Diário da Região

09/02/2011 - 10h02min

Energia

Furnas é multada em R$ 43 mi por apagão ocorrido em 2009

Energia

Ferdinando Ramos O apagão em 2009 atingiu 18 Estados e incluiu Rio Preto
O apagão em 2009 atingiu 18 Estados e incluiu Rio Preto

Mesmo com a redução da multa de Furnas de R$ 53,734 milhões para R$ 43,398 milhões pelo apagão de novembro de 2009, afetando inclusive Rio Preto e cidades da região, a penalidade continua sendo a maior já aplicada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) como resultado do processo de fiscalização da agência. A informação foi dada ontem por Romeu Donizete Rufino, diretor da Aneel que relatou o recurso de Furnas. “É a maior multa já aplicada pela Aneel”, afirmou.


A multa de Furnas corresponde a 0,654% do faturamento da empresa, referente ao período de novembro de 2009 a novembro de 2010. No âmbito da Aneel, o julgamento do recurso pela diretoria colegiada é a última instância na esfera administrativa a que Furnas poderia recorrer. “Não há mais recurso na esfera administrativa”, ressaltou Rufino. Agora, se Furnas quiser contestar a decisão, terá de recorrer à Justiça.


Segundo Rufino, a Aneel identificou quatro infrações praticadas por Furnas no apagão que deixou 18 Estados no escuro: falha que levou à interrupção do fornecimento de energia elétrica, a forma de recomposição do sistema, falha de manutenção e não agir de acordo com os procedimentos de rede determinados pela Aneel


Dilma insatisfeita


A presidente Dilma Rousseff considerou “insatisfatória” a explicação apresentada, na segunda-feira, pelo Ministério das Minas e Energia para o apagão que durou cerca de cinco horas e deixou 46 milhões de pessoas sem luz, no Nordeste, na sexta-feira. Segundo o secretário-executivo das Minas e Energia, Marcio Zimmermann, o problema foi causado pelo cartão eletrônico de proteção da subestação de energia de Luiz Gonzaga, na divisa da Bahia com Pernambuco.


Dilma “não se convenceu” da justificativa apresentada e exigiu maiores explicações de todos os dirigentes do setor elétrico, sem precisar um prazo para que elas sejam apresentadas. Já na manhã de ontem, Dilma telefonou para o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, para lhe avisar que queria mais dados sobre o ocorrido.


Fez o mesmo com outros dirigentes do setor elétrico. Para a presidente, que foi a titular das Minas e Energia no governo Lula, o problema não pode ser reduzido à falha em um cartão. “Ela não engoliu bem isso e quer detalhes”, disse um interlocutor direto do presidente.


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