Diário da Região

08/09/2013 - 14h06min

Sobrepeso

Frango sem água agora é lei

Sobrepeso

Sergio Menezes/ArqUivo O aperfeiçoamento dos controles no país está entre os fatores para o aumento da oferta de carne de frango com mais qualidade
O aperfeiçoamento dos controles no país está entre os fatores para o aumento da oferta de carne de frango com mais qualidade

O governo federal definiu mais um importante instrumento para proteger o consumidor brasileiro de possíveis fraudes. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) estabeleceu o teor máximo de umidade em frangos resfriados na última quarta-feira, 4 de setembro, no Diário Oficial da União (DOU) – Instrução Normativa (IN) nº 23.


As análises serão feitas em laboratórios oficiais do Mapa para verificar o teor de umidade (entre 65,05% e 71,81%) e proteína (entre 14,05% e 19,17%) do frango inteiro. Essas análises já eram feitas em cortes do produto e são realizadas, entre outros motivos, para averiguar se há sobrepeso devido ao excesso de água.


“Esse novo procedimento será rotineiro e é mais um método para evitar que o consumidor seja prejudicado, prevenindo produtos irregulares no mercado”, explica o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Rodrigo Figueiredo.


O líquido encontrado no frango é proveniente da etapa de pré-resfriamento (feitos em tanque de água gelada) de carcaças e cortes durante o processo de abate. Esse procedimento ocasiona um percentual de absorção de água na carcaça, que congelará junto com o produto caso não seja feito o escorrimento adequado.


O aperfeiçoamento dos controles no país está entre os fatores para o aumento da oferta de carne de frango com mais qualidade. Nas últimas três décadas, o Brasil passou a ser um dos principais produtores avícolas mundiais. Em 2012, foram produzidas 12,65 milhões de toneladas do produto, atrás apenas dos chineses (13,2 milhões de toneladas), segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)


Brasil vai exportar melão e melancia para o Chile


O Rio Grande do Norte e o Ceará passarão a exportar melão e melancia para o Chile ainda este ano. Recentemente, missão técnica composta por três representantes do Ministério da Agricultura daquele país esteve na região que engloba os dois estados e constatou a eficiência dos trabalhos realizados pelo Ministério da Agricultura do Brasil na manutenção do status fitossanitário de ausência da praga Anastrepha grandis (mosca-das-frutas). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União chileno desta semana, por meio da Resolução 4857/13.


Alguns países importadores, como a Argentina, o Uruguai, os Estados Unidos e o Chile, impõem restrições fitossanitárias com relação à importação de frutas. O projeto de monitoramento da Anastrepha grandis no Brasil teve inicio em 1985 e permitiu a abertura de vários mercados.


Atualmente, o País exporta melancia para Alemanha, Argentina, Dinamarca, Espanha, Irlanda, Itália, Países Baixos, Paraguai, Reino Unido, Rússia e Uruguai. Já os melões são vendidos para Alemanha, Arábia Saudita, Bélgica, Canadá, Cingapura, Dinamarca, Emirados Árabes, Espanha, Estados Unidos, França, Guiana Francesa, Hong Kong, Irlanda, Itália, Malásia, Noruega, Países Baixos, Reino Unido, Rússia, Suécia e Uruguai.


Em 2012, foram produzidos no Brasil cerca de 43 milhões de toneladas de frutas tropicais, subtropicais e de clima temperado. Só o mercado de melão e melancia movimentou, cerca de US$ 151 milhões, sendo o Rio Grande do Norte e o Ceará, os maiores exportadores.


Em julho deste ano, uma missão chilena visitou os estados do Rio Grande do Norte e Ceará para conhecer e avaliar os aspectos fitossanitários na área livre de mosca-das-frutas. Com o reconhecimento, os estados passarão a exportar para o Chile assim que concluído os tramites burocráticos entre os países.



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