Diário da Região

11/07/2006 - 00h10min

Newcastle

Edas reforçam monitoramento em granja

Newcastle

Pierre Duarte Granja de frangos: Estado de SP é considerado livre da doença
Granja de frangos: Estado de SP é considerado livre da doença
Os Escritórios de Defesa Agropecuária (Edas) da região de Rio Preto vão reforçar o monitoramento nas granjas de frango para diagnosticar eventuais casos da doença de Newcastle. A informação é do diretor do escritório de Rio Preto, Luiz Antonio de Abreu e Souza. Pela Instrução Normativa 17 da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a região de Rio Preto é cortada por dois dos cinco corredores estabelecidos para entrada de aves domésticas, exóticas e silvestres, seus produtos e subprodutos e materiais de multiplicação, oriundos do Estado do Rio Grande do Sul. A entrada será permitido pelos corredores sanitários na divisa com o Paraná, são eles: rodovias SP-425 (Assis Chateaubriand), município de Itororó do Paranapanema, região de Presidente Prudente, BR-153, em Ourinhos, SP-333, em Florínea, região de Assis, SP-258, em Itararé, na região de Itapeva e BR-116, em Barra do Turvo, na região de Registro.

Segundo Souza, hoje o controle das doenças como a de Newcastle e Influenza Aviária, é feito por amostragem nas granjas. "A partir de agora, vamos aumentar o índice das aves monitoradas em cada granja", disse. A doença de Newcastle é altamente contagiosa e se espalha rapidamente pelo ar. "Ela é específica de aves e não traz nenhum problema para a saúde humana, mas pode afetar as exportações, caso chegue à região", afirmou. Na opinião do especialista, o risco de a doença chegar ao Estado de São Paulo é mínimo. Isto porque Santa Catarina tem o melhor status sanitário do País. "Além disto, o Estado de São Paulo já adotou as medidas para evitar que chegue", disse. O governo paulista proibiu a entrada de qualquer ave ou produto proveniente da região circunscrita no raio de 10 quilômetros do foco.

Nas demais áreas, foram estabelecidos critérios para aves e os ovos conforme idade e período de incubação, baseado em normas técnicas de sanidade e legislação federal. Todo material deve vir acompanhado de Guia de Trânsito Animal (GTA) emitida por médico veterinário oficial ou credenciado, após realização de amostragem sorológica negativa para Doença de Newcastle. Também pelos critérios, o ingresso e o trânsito de aves de descarte de granjas de reprodução e aves de descarte de granja produtora de ovos para consumo deverá ser acompanhado da GTA, emitida por médico veterinário oficial. O Estado de São Paulo, terceiro maior produtor de carne de frango do País, é considerado área livre da doença desde 2003 e realizou um trabalho em parceria com a Associação Paulista de Avicultura (APA) de cadastramento e georeferenciamento de 5 mil granjas paulistas totalizando um universo de 198 milhões de aves com vigilância ativa para salmonela, microplasma e newcastle, além do atendimento a suspeita de influenza aviária, já que a doença não existe no País.

União Européia não suspende compra
As empresas que exportam frango para a União Européia (UE) podem ficar mais tranqüi-las. A Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura recebeu ontem comunicado da Comissão Européia de Saúde e Proteção do Consumidor (DGSanco) avisando que o bloco não suspenderá as importações de carne de frango do Brasil. Na semana passada, o ministério confirmou a descoberta de um foco da doen-ça de Newcastle em criação doméstica de frangos no município de Vale Real, no Rio Grande do Sul. No comunicado, a comissão informa que a UE não embarga-rá as compras de carne de fran-go do Brasil por causa do pro-blema sanitário. "Entendo, de acordo com o relatório que vocês nos enviaram, que já foram tomadas todas as medidas ne-cessárias", informou, no docu-mento, o diretor da comissão, Bernard Van Goethen.

As características da doença de Newcastle e da aftosa são parecidas. As duas atingem aves e animais, mas não representam risco para o homem. A trans-missão de Newcastle é feita por meio de excrementos de aves ou de forma horizontal, ou seja, de ave para ave. O prejuízo é eco-nômico, pois os rebanhos ou plantéis precisam ser abatidos para evitar a pro

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