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Diário da Região

18/10/2016 - 00h00min

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Dicas para economizar com medicamentos

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Isabela Menezes O aposentado Bazílio Marcelino Ruiz recorre a todos os meios para gastar menos
O aposentado Bazílio Marcelino Ruiz recorre a todos os meios para gastar menos

Só quem tem uma lista extensa de medicamentos para tomar que sabe o quanto os remédios pesam no orçamento mensal. Por isso, vale prestar atenção para economizar, mesmo que pouco. A primeira dica sempre é pesquisar, e isso não muda. Pesquise em diferentes redes de farmácias e drogarias. Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), às vezes, há diferença dentro de uma mesma rede, de uma loja para outra.

Só para exemplificar, entre as quatro farmácias que participaram do levantamento feito pelo Diário para medicamentos de referência nesta semana, a diferença entre uma e outra pode chegar a R$ 107,89, no caso do Cymbalta. No estabelecimento mais caro, o antidepressivo era vendido a R$ 322,73, enquanto o mais barato comercializada o medicamento a R$ 214,84.

Mas há outras ações que podem contribuir para a economia. Pechinche e peça descontos. “Há uma grande margem de negociação e diversas farmácias e drogarias cobrem preços da concorrência”, afirma o Idec. Na hora da compra, pergunte se existe a versão genérica do medicamento. O genérico sempre é mais barato. E mesmo entre os genéricos há diferença de preços entre um laboratório e outro.

Outra dica do Idec é pedir para o médico receitar o medicamento pelo nome do princípio ativo e não pelo nome da marca. Assim será mais fácil verificar a existência de genéricos e optar pelo mais barato. Mesmo se constar o nome de marca do medicamento na receita, é permitida a troca por genérico na farmácia, desde que seja feita por um farmacêutico que deve orientar o consumidor.

Pacientes que tratam hipertensão ou diabetes e mulheres que usam anticoncepcionais podem consultar seu médico sobre a possibilidade de utilizar um dos medicamentos que constam na lista do Programa Farmácia Popular, que contam com subsídios do governo de até 90%. Há uma série de farmácias e drogarias que já participam do Programa. Para obter esses descontos é preciso que o paciente leve a receita e tenha em mãos o CPF.

O aposentado Bazílio Marcelino Ruiz, de 70 anos, segue a maioria dessas dicas. Ele utiliza o programa Farmácia Popular, o Farmácia de Alto Custo, faz pesquisas entre algumas farmácias e ainda aproveita os descontos oferecidos pelas farmácias com os cadastros que elas oferecem. “Ainda assim gasto aproximadamente R$ 800 em medicamentos”, conta.

Clique AQUI para ver a tabela de preços:

 

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