Diário da Região

20/05/2005 - 17h08min

Câmbio

Dólar chega na menor cotação desde maio de 2002

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Arquivo Aplicações de multinacionais no País já superam US$ 11 bilhões
Aplicações de multinacionais no País já superam US$ 11 bilhões
Em dia de baixo volume de negócios, o dólar encerrou em baixa de 0,29% nesta sexta-feira, a R$ 2,441, menor patamar desde 8 de maio de 2002. Segundo analistas, a entrada de alguns exportadores na parte da tarde permitiu que a divisa revertesse o movimento exibido pela manhã e encerrasse na menor cotação do dia. Na semana, o dólar acumulou declínio de 1,33%. "O dólar hoje ficou bem de lado, teve pouquíssimo volume, poucos negócios", afirmou Jorge Knauer, gerente de câmbio do banco Prósper. "Foi bem ao sabor do vento, ou (subiu) por causa de compras, ou (caiu) por algumas vendas."

Pela manhã, o dólar chegou a avançar 0,33% na máxima, para R$ 2,456, atento também à valorização da moeda norte-americana em relação ao euro. O dólar atingiu novos recordes de alta sobre o euro no ano, em meio a um sentimento de otimismo sobre a moeda norte-americana que não foi abatido pelos dados recentes da economia dos Estados Unidos. "De manhã o mercado estava bem atento à correlação euro/dólar, mas depois já entraram na venda", disse Knauer. De acordo com Tarcísio Rodrigues, diretor de câmbio do Banco Paulista, a entrada de alguns bancos na ponta de venda também fortaleceu o movimento de queda do dólar sobre o real. O gerente explicou que não há muita força no mercado para elevar o preço do dólar devido à continuidade dos ingressos de recursos. "Não tem muito por que subir (o preço do dólar) por causa do capital especulativo. Com essa taxa de juros, o Brasil atrai muito investidor", explicou Rodrigues.

Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) elevou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 19,75% ao ano. O dólar paralelo, em queda de 0,72%, fechou a R$ 2,65 na compra e a R$ 2,75 na venda. No turismo, a divisa, em alta de 0,80%, era comprada a R$ 2,40 e vendida a R$ 2,52. No traveller check, a moeda trocava de mãos entre R$ 2,41 e R$ 2,51 (estável). Na cena externa, o C-Bond, em alta de 0,06%, era cotado a 101,313% de seu valor de face, enquanto o risco-país, em queda de 0,46%, marcava 435 pontos.

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