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Diário da Região

22/09/2015 - 11h55min

Rio

Correção: Intenção de consumo das famílias recua 2,4% em setembro, diz CNC

Rio

A nota enviada anteriormente continha uma incorreção no título e no texto. A Intenção do Consumo das Famílias (ICF) recuou 2,4% em setembro ante agosto e não 3,4%. Segue texto e títulos corrigidos: A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), indicador apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou 2,4% em setembro na comparação com agosto, registrando 79,8 pontos, informou nesta terça-feira, 22, a entidade. Na comparação com igual mês do ano passado, a retração foi de 34,5%. Esse foi o oitavo mês consecutivo de queda no índice, que permanece na zona negativa - abaixo de 100 pontos -, indicando uma percepção de insatisfação com a situação atual. Todos os quesitos apurados no ICF seguem nos menores valores da série histórica, iniciada em 2010. Segundo a CNC, nem mesmo a desaceleração da inflação em agosto - que ficou, de acordo com dados do IBGE, em 0,22%, ante 0,62% de julho - animou as famílias a retomar as compras. O componente Nível de Consumo Atual é um dos mais baixos, registrando 59,9 pontos - quedas de 3,9% em relação ao mês de agosto e de 41% na comparação anual. A maior parte das famílias (55,8%) declararam estar com o nível de consumo menor que o do ano passado. O quesito que mede a intenção de compra de bens duráveis é o que registra o menor nível da ICF, com 52,5 pontos, e retrações de 3,4% na comparação mensal e de 51,8% ante o mesmo período do ano passado. A maior parte das famílias - 70%, ante 66% em agosto - consideram o momento atual desfavorável para aquisição de duráveis. "O elevado custo do crédito e o alto nível de endividamento permanecem como os principais motivadores do enfraquecimento na intenção de compras a prazo", diz a CNC, em nota. O componente Acesso ao Crédito registrou novamente quedas mensais e anuais, de 3,2% e 37,4%, respectivamente, atingindo o menor nível da série, com 78,3 pontos e abaixo do nível de indiferença. Já o componente que apura a satisfação com o emprego atual - único dos sete subitens da pesquisa que ainda se mantém na zona positiva, com 106,9 pontos - registrou quedas de 1,4% em relação ao mês anterior e de 18,8% na comparação anual. O porcentual das famílias que se sentem mais seguras em relação ao emprego vem diminuindo a cada mês e está em 31,9%. Analisando as condições atuais e as perspectivas futuras da economia, a CNC revisou para baixo a expectativa de vendas no varejo restrito em 2015. A entidade espera uma retração de 2,9%, ante a queda de 2,4% projetada no mês passado.

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