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Diário da Região

19/08/2016 - 00h00min

DEMISSÕES

Construção civil volta a ficar no negativo em Rio Preto

DEMISSÕES

Guilherme Baffi/Arquivo Rio Preto foi a principal responsável pelo resultado, com a criação de 391 novos postos de trabalho (Foto: Guilherme Baffi/Arquivo)
Rio Preto foi a principal responsável pelo resultado, com a criação de 391 novos postos de trabalho (Foto: Guilherme Baffi/Arquivo)

A construção civil fechou no negativo em Rio Preto em junho. Mais 158 trabalhadores foram demitidos na cidade, o que representa uma queda de 1,25% em relação a maio. O índice está abaixo da média estadual, mas acima da nacional em fechamento de postos de trabalho. Atualmente, são 12.519 trabalhadores registrados no setor, em Rio Preto.

Contudo, se o desempenho local é ruim, das dez regiões pesquisadas, a de Rio Preto foi a segunda que menos eliminou vagas na construção civil, com um total de 311 empregos com carteira assinada encerrados. Apenas Santo André teve aumento em geração de vagas.

Os dados são da pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base em informações do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE), e que foi divulgada nesta quinta-feira, dia 18.

No período, o segmento imobiliário respondeu pelo pior desempenho (-1,80%), acompanhado por obras de instalação (-1,65%).

No Estado de São Paulo, considerando as dez regiões, em junho houve queda de 1,32% no emprego em relação ao mês anterior, com redução de 9,86 mil vagas. O estoque de trabalhadores foi de 746,1 mil em maio para 738,3 mil.

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Na Capital, que responde por 45% do total de empregos do setor, a queda foi de 1,62%, com fechamento de 5.465 postos de trabalho.

Já a construção civil brasileira registrou queda de -1,18% no nível de emprego comparando junho a maio. É a 21ª queda consecutiva (desde outubro de 2014). Foram fechados 33,02 mil postos e o saldo nacional ficou em 2,76 milhões de trabalhadores.

O presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, observa que o nível de emprego na construção brasileira retrocedeu ao patamar registrado em 2009. Ele afirma que se não forem adotadas medidas emergenciais para estimular a atividade, o desemprego vai aumentar ainda mais.

“O número de vagas fechadas na indústria da construção civil desde 2014 deverá ultrapassa 1,1 milhão até o final de 2016. Isso representa 30% do total de trabalhadores que o setor chegou a empregar antes da crise. Mas o setor voltará a empregar rapidamente se medidas urgentes forem destinadas à expansão da infraestrutura e à construção de habitação popular, isso com o lançamento de concessões e Parcerias Público-Privadas. Este esforço precisa envolver a União, os estados e os municípios”, afirma.

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