Diário da Região

22/09/2005 - 00h40min

Mercado financeiro

Bolsa de São Paulo bate recorde de pontuação

Mercado financeiro

O índice Bovespa bateu ontem novo recorde, com fechamento em 30.837 pontos e alta de 2,59%. O dólar comercial acentuou a baixa e fechou a R$ 2,275, com queda de 1,09%. O bom humor do mercado garantiu fôlego extra para os negócios e foi provocado pelo rumor de que o Brasil pode receber um novo upgrade em sua classificação de risco, provavelmente pela agência Moody's. Com isso, as más notícias externas tiveram pouca influência. As bolsas em Nova York fecharam no vermelho e o petróleo subiu. O Dow Jones caiu 0,99% e o Nasdaq mostrou forte baixa, de 1,16%. O contrato de petróleo para novembro subiu 0,91%, para US$ 66,80 na Nymex. O mercado de ações foi sustentado por um volume expressivo de R$ 2,587 bilhões, graças aos setores de mineração e siderurgia e à Petrobras, permitindo que a Bovespa se descolasse do quadro externo negativo. Os boatos de uma elevação na classificação de risco do Brasil também ajudaram.

Os ganhos de se ampararam em boas notícias. As ações da Vale do Rio Doce foram impulsionadas pela revisão da projeção do Merrill Lynch para a alta dos preços do minério de ferro no mercado internacional de 5% para 10% em 2006. Na semana passada, o banco UBS já havia revisado sua estimativa para o ano que vem de queda de 20% nos preços para alta de 10%. Vale PNA subiu 4,74% e movimentou R$ 244,1 milhões, liderando o giro. Também um dos maiores volumes financeiros, Caemi PN disparou 8,05%, a maior alta do índice. Outro destaque foram as ações da Petrobras: a PN avançou 3,76% e a ON, 3 21%. O dólar comercial, que já vinha em baixa desde a abertura, ampliou a queda à tarde embalado pelos rumores de upgrade do rating brasileiro. No mês, o moeda acumula ante o Real queda de 3,52% e, no ano, de 14,28%.

No mercado doméstico de juros, o clima positivo nos demais mercados acabou reforçando a aposta de que a ata do Copom que sai hoje, não trará surpresas. As taxas projetadas - principalmente as de curto prazo - caíram no final da tarde e o DI para janeirode 2007 encerrou o pregão na mínima do dia, a 17,60% (ante 17,65% na terça). Os títulos da dívida externa também tiveram forte alta. Às 15h40 (de Brasília), o Global 40 era negociado em 121 centavos por dólar, com alta de 0,79%, na corretora López Léon.

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