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Diário da Região

30/09/2015 - 18h49min

Nova York

Bolsa de Nova York fecha em alta forte, mas 3º trimestre é o pior em 4 anos

Nova York

A Bolsa de Nova York fechou em alta forte nesta quarta-feira, 30, liderada pelas ações dos setores de energia, matérias-primas, saúde e biotecnologia, os que mais haviam caído ao longo do trimestre. O dia foi marcado pelo anúncio de uma nova medida de estímulo à economia da China (redução no pagamento de entrada exigido dos compradores de imóveis residenciais) e pela divulgação de indicadores mistos nos EUA. As bolsas europeias e asiáticas também fecharam em alta, em dia de recuperação das ações dos setores automotivo e de mineração. O índice Dow Jones agora acumula três trimestres consecutivos de quedas, o que não acontecia desde a sequência de seis trimestres de baixas até o primeiro trimestre de 2009. Nos 119 anos do Dow, agora são 20 os casos de o índice acumular quedas por três trimestres consecutivos ou mais. O S&P-500 acumula agora dois trimestres consecutivos de perdas. Para os dois índices, o trimestre encerrado hoje foi o pior em quatro anos. O estrategista Joseph Quinlan, do US Trust, disse que "para voltar ao território positivo para o ano, teremos que ter informes de resultados do terceiro trimestre muito fortes, uma sinalização forte do Fed e indicações fortes de que a economia dos EUA está crescendo. Não teremos saudades deste terceiro trimestre, para dizer o mínimo". "Está claro que ações que haviam caído demasiadamente, como as de biotecnologia, estão ajudando o Nasdaq e o índice de ações de baixa capitalização Russell 2000 a subirem, mas a grande questão é saber se essas compras estão sendo feitas por traders especulativos ou por investidores institucionais que vão ficar com elas por mais tempo", disse a estrategista Quincy Krosby, da Prudential Financial. Para ela, "o próximo informe sobre o nível de emprego, os índices de atividade dos gerentes de compras e os informes de resultados das empresas no terceiro trimestre provavelmente serão os catalisadores que vão impulsionar o mercado em qualquer direção". O índice Russell 2000 subiu 1,55%. Para Kim Forrest, da Fort Pitt Capital, "com volumes reduzidos, pode-se perguntar até que ponto este rali resultou de 'embelezamento de vitrines' ou de cobertura de posições, mas está claro que os investidores de curto prazo estão em busca de ações vencedoras". Pela manhã, a Automatic Data Processing (ADP) informou que foram criados 200 mil postos de trabalho no setor privado em setembro, em linha com a expectativa; o número de postos de trabalho criados em agosto foi revisado para 186 mil, de 200 mil. O índice de atividade regional de atividade (PMI) dos gerentes de compras de Chicago, do ISM, caiu a 48,7 em setembro, de 54,4 em agosto; economistas previam que ele ficasse em 52,7. Os investidores continuam na expectativa dos dados oficiais do nível de emprego em setembro ("payroll"), que saem na sexta-feira, em busca de sinais sobre quando o Federal Reserve começará a elevar as taxas de juro. Dois dirigentes do Fed falaram nesta quarta-feira, a presidente da instituição, Janet Yellen, e o presidente do distrito de Nova York, William Dudley; eles não falaram sobre política monetária. Das 30 componentes do Dow, apenas duas ações fecharam em queda (Procter & Gamble, -0,47%, e Verizon, -0,11%). As ações da Apple, que haviam caído muito no começo da semana, subiram 1,11%. Entre os destaques da sessão também estavam as ações da Twitter, que subiram 5,28% em meio à expectativa de que Jack Dorsey seja confirmado nesta quinta-feira como executivo-chefe da empresa. O Dow Jones fechou em alta de 235,57 pontos (1,47%), em 16.284,70 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 102,85 pontos (2,28%), em 4.620,17 pontos. O S&P-500 fechou em alta de 35,94 pontos (1,91%), em 1.920,03 pontos. O Dow acumula uma baixa de 1,47% em setembro, uma queda de 7,58% no terceiro trimestre e uma perda de 8,63% neste ano. O Nasdaq acumula uma perda de 3,27% em setembro, uma queda de 7,35% no terceiro trimestre e uma baixa de 2,45% desde o começo do ano. O S&P-500 acumula uma baixa de 2,64% em setembro, uma perda de 6,94% no terceiro trimestre e uma queda de 6,74% em 2015. Fonte: Dow Jones Newswires

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