Diário da Região

14/04/2004 - 03h51min

Cooperativa

BC pede agilidade na liquidação da Coopercrédito

Cooperativa

Carlos Chimba Sede da Coopercrédito, que fechou as portas dia 8 último
Sede da Coopercrédito, que fechou as portas dia 8 último
Os diretores da Cooperativa de Crédito Popular de Olímpia (Coopercrédito) reuniram-se ontem com o chefe do Departamento de Liquidações Extrajudiciais, José Irinaldo Leite Ataíde, e com o diretor do Departamento de Fiscalização do Banco Central, Paulo Sérgio Carvalho, em Brasília, para discutir a possibilidade de reversão da liquidação extrajudicial decretada no dia 8 de abril. De acordo com a assessoria de imprensa, os representantes do BC orientaram os dirigentes da cooperativa a agilizar a documentação e a colaborar com o liquidante nomeado, Jorge Kawassaki, para que o processo seja concluído da forma mais rápida possível. O presidente eleito da Coopercrédito, Mauro Tadeu Nunes, viajou na madrugada de terça-feira para Brasília em companhia do ex-presidente da cooperativa Wilson Zangirolami com objetivo de obter cópia do processo de liquidação e tentar negociar a reversão do processo.

O Banco Central informou que a liquidação da instituição ocorreu porque a análise da carteira de crédito evidenciou ?insuficiência de recursos para cobrir créditos de liquidação duvidosa no valor de R$ 2,703 milhões, correspondente a 53% do saldo contábil da carteira, líquida de provisão?. Ainda segundo o BC, após os ajustes regulamentares, ?ficou demonstrado grave comprometimento da situação econômica da cooperativa, bem como a falta de liquidez para honrar os compromissos de curtíssimo prazo?. O BC informou que a cooperativa encontra-se praticamente paralisada, sem possibilidade de operar, necessitando urgente capitalização. ?Os cooperados não têm demonstrado interesse ou capacidade de efetuar a recomposição patrimonial da instituição?. Em 31 de janeiro de 2003, de um total de R$ 3,8 milhões em depósitos a prazo (saldo contábil), os 10 maiores aplicadores detinham R$ 1,96 milhão (51%), enquanto o maior investidor detinha aplicações no valor de R$ 858 mil (22%). O Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) atingiu, em fevereiro deste ano, montante de R$ 2,75 milhões negativos. Até o fechamento da edição, o Diário não conseguiu contato com os diretores da Coopercrédito.

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