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Diário da Região

20/10/2015 - 18h05min

São Paulo

Após três altas seguidas, Ibovespa cede às correções e cai 0,78%

São Paulo

Depois de três pregões consecutivos de alta, o mercado acionário cedeu às correções e o Índice Bovespa fechou em queda de 0,78% nesta terça-feira, 20, aos 47.076,55 pontos. A queda foi bastante pulverizada entre as ações, mas não contou com os papéis da Petrobras, que subiram durante todo o dia, limitando as perdas do índice. Segundo profissionais do mercado, as vendas de ações foram comandadas pelos investidores estrangeiros, que foram destaque de compra nos últimos dias, marcados pelos vencimentos dos mercados de opções de índice e ações. O Ibovespa chegou a subir 0,59% nos negócios da manhã, enquanto o mercado ainda aguardava o discurso da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen, do qual poderiam ser extraídas pistas sobre os próximos passos da política monetária. A uma semana da reunião do Fed, Yellen se absteve de falar sobre o assunto. Com a ausência de novas sinalizações, as bolsas americanas andaram de lado durante todo a sessão, oscilando em torno da estabilidade. A Bovespa, por sua vez, consolidou a tendência de queda após o discurso de Yellen, chegando a cair 1,74% (46.623 pontos). No cenário político, causaram desconforto as informações sobre uma possível revisão do déficit das contas do Governo Central em 2015. Integrantes da área econômica ouvidos pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, admitiram a possibilidade de o déficit primário chegar próximo a R$ 70 bilhões, se houver o pagamento de todos os gastos represados nas pedaladas fiscais identificados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Uma vitória parcial da Petrobras na Justiça dos EUA, em ação movida por 11 fundos que compraram ações da estatal brasileira, contribuíram para a alta das ações, mesmo com a queda dos preços do petróleo no mercado internacional. Já a agência de classificação de risco Moody's publicou relatório em que afirma que companhias de petróleo nacionais com altos níveis de dívida e reduzida capacidade financeira impõem riscos para os ratings soberanos. Entre essas companhias, a Moody's destacou a Petrobras. Ao final dos negócios, Petrobras ON e PN avançaram 1,34% e 1,01%, respectivamente. Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as maiores baixas ficaram com CSN ON (-6,43%), Suzano PNA (-5,84%) e Fibria ON (-4,19%). Já Cemig PN (+5,73%), Rumo ON (+5,23%) e Cesp PNB (+4,12%) lideraram as altas do índice.

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