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Diário da Região

31/08/2015 - 09h11min

Brasília

Alta dos preços administrados em 2015 sobe de 15,15% para 15,20%, calcula Focus

Brasília

Após a trégua da semana passada, as estimativas para os preços administrados ou monitorados pelo governo deste ano voltaram a subir no Relatório de Mercado Focus, divulgado na manhã desta segunda-feira, 31, pelo Banco Central. A mediana para esse conjunto de itens em 2015 passou de 15,15% na semana passada para 15,20% agora. Um mês atrás, a pesquisa apontava taxa de 15,12% para esse conjunto de itens. Para 2016, a expectativa no boletim Focus apresentada hoje ficou inalterada em 5,92% pela segunda semana. Um mês atrás, a mediana estava em 6,00%. Essas projeções são mais pessimistas que as do Banco Central. Segundo a última ata do Comitê de Política Monetária (Copom), o BC estima uma variação de 14,8% em 2015 ante 12,7% da reunião do Copom de junho. Para 2016, as previsões da autoridade monetária passaram de 5,3% para 5,7% no mesmo período. A piora da expectativa do BC considerou em suas análises, a hipótese de variação de 9,2% o preço da gasolina e de 4,6% no de gás de botijão. No caso das tarifas de telefonia fixa, o colegiado prevê uma retração de 3%, mas uma alta de 50,9% no da energia elétrica. Superávit comercial Após muitas semanas de mudanças positivas das previsões para as variáveis que compõem o setor externo, o Relatório Focus trouxe praticamente uma pausa nas alterações hoje. A mediana das previsões para o superávit da balança comercial de 2016 foi mantida em US$ 16,80 bilhões - quatro edições atrás do documento, estava em US$ 14,79 bilhões. Para 2015, o ponto central da pesquisa permaneceu em US$ 8 bilhões de uma semana para outra. Quatro boletins atrás, estava em US$ 6,40 bilhões. No caso das previsões para a conta corrente, o mercado financeiro também manteve a expectativa de um déficit de US$ 76,50 bilhões. Quatro semanas atrás, a projeção era de déficit de US$ 78,60 bilhões. Já para 2016, a perspectiva de saldo negativo foi ajustada para baixo, de US$ 67,75 bilhões para US$ 67,60 bilhões - um mês antes estava em US$ 70 bilhões. Apesar disso, os analistas consultados semanalmente pelo BC estimam que o ingresso de investimentos para o setor produtivo será insuficiente para cobrir integralmente esse resultado deficitário em 2015 e também no ano que vem. Nos últimos meses, segundo participantes, os analistas tentam reestimar as projeções levando em consideração a mudança de metodologia da nota do setor externo, em abril. A mediana das previsões para o novo Investimento Direto no País (IDP) permaneceu em US$ 65 bilhões para 2015 e 2016. No caso deste ano, a projeção ficou congelada pela terceira semana consecutiva - um mês antes estava em US$ 66 bilhões. Para 2016, esta é a projeção no front há 14 semanas.

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