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Diário da Região

28/08/2016 - 00h00min

Estreia nesta sgunda

Sol Nascente presta homenagem a japoneses e italianos

Estreia nesta sgunda

TV Globo/Estadão Conteúdo Alice (Giovanna Antonelli), Hirô (Carolina Nakamura), Hideo (Paulo Chun), Yumi (Jacqueline Sato), Yumi (Jacqueline Sato), Mieko (Miwa Yanagizawa) e Tanaka (Luis Melo) estão em 'Sol Nascente', que estreia nesta segunda-feira, às 18h20, na Globo
Alice (Giovanna Antonelli), Hirô (Carolina Nakamura), Hideo (Paulo Chun), Yumi (Jacqueline Sato), Yumi (Jacqueline Sato), Mieko (Miwa Yanagizawa) e Tanaka (Luis Melo) estão em 'Sol Nascente', que estreia nesta segunda-feira, às 18h20, na Globo

A maneira como Mario (Bruno Gagliasso) vê Alice (Giovanna Antonelli), sua melhor amiga, muda em um piscar de olhos em Sol Nascente, que estreia nesta segunda-feira, 29, às 18h20, na Globo. Os dois conviveram desde a infância graças à amizade de mais de 50 anos entre a família japonesa Tanaka e a italiana De Angeli. Segundo os autores Walther Negrão, Suzana Pires e Júlio Fischer e o diretor Leonardo Nogueira, a novela mostrará o poder transformador do amor, que estará presente tanto na história dos protagonistas quanto nas relações de pais e filhos, entre irmãos e integrantes de uma comunidade.

“A novela é feita para a família desde o primeiro momento. Essa era uma vontade do (Walther) Negrão. O povo está carente de histórias humanas, por isso nada melhor do que a amizade e uma história de amor para representar tudo isso. Assim nasceu Sol Nascente, que presta homenagem às duas maiores colônias que a gente tem no nosso país, que é a japonesa e a italiana”, explica Leonardo Nogueira.

Na trama, enquanto Mario é imaturo, Alice se tornou uma mulher racional e objetiva. Então, após descobrir que a amiga irá estudar no Japão por dois anos, o motoqueiro percebe que está apaixonado por ela. No entanto, Alice não muda seus planos por causa da declaração do amigo. No retorno para a fictícia Arraial do Sol Nascente, ela vem acompanhada de César (Rafael Cardoso), que fará de tudo para manter a sua namorada longe de Mario.

Apesar da cara de bom moço, César é o vilão da história. Sua intenção ao se aproximar de Alice é tomar a empresa Arraial Pescados de Tanaka (Luis Melo), pai de criação da protagonista.

RECORTARDIV20160713010_WEB Bruno Gagliasso, no papel de Mário

“Temos um eixo central, que é a história de amor de Mario e Alice. Para criar a novela, tivemos várias etapas, mas, primeiro, queria agradecer ao (Walther) Negrão por confiar a criação a mim e ao Júlio (Fischer). Tem três regras na nossa redação: a primeira é que a gente deixa a vaidade do lado de fora, a segunda é que a gente só pode 'xoxar' (equivalente a debochar) a ideia do colega se tiver uma melhor e a terceira é que a foice só pertence ao Negrão”, revela Suzana Pires.

As gravações de Sol Nascente tiveram início na Região dos Lagos, no Rio de Janeiro. Lá, a novela passou por Ilha Grande, Arraial do Cabo e Búzios. A ideia do diretor artístico, Leonardo Nogueira, era passar sensações através das imagens desses cenários paradisíacos.

A equipe também gravou em São Paulo, passando por Guararema, no interior; até chegar à capital, onde foram feitas sequências na Avenida Paulista, no Masp, no Museu da Imigração e em algumas ruas do centro da cidade.

Além da mistura de cores, haverá uma mescla de culturas em Sol Nascente. Na trama, japoneses, italianos, caiçaras, tatuadores, roqueiros, surfistas e motociclistas convivem e agregam diversidade à produção. Por conta da família de Geppina (Aracy Balabanian) e Gaetano (Francisco Cuoco), que são donos de uma padaria, a comida italiana terá destaque na trama, assim como a culinária japonesa, por causa das origens de Kazuo Tanaka.

Outro detalhe que Walther Negrão pontua é a felicidade de ter em seu elenco artistas que já trabalharam com ele no passado.

“É um prazer fazer essa novela com todo esse elenco, mas, principalmente, reencontrar depois de tantos anos dois atores que fizeram os meus primeiros trabalhos: Francisco Cuoco e Aracy Balabanian. Além de alguns outros que considero que começaram comigo que foram Letícia Spiller e Giovanna Antonelli. É um resgate de histórias”, afirma Walther Negrão.

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