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Diário da Região

18/05/2015 - 08h30min

Memórias musicais

Remanescente do Joy Division, New Order briga na Justiça

Memórias musicais

Divulgação Peter Hook, Bernard Sumner e Stephen Morris não se falam mais desde o ano de 2011 (Foto: Reprodução)
Peter Hook, Bernard Sumner e Stephen Morris não se falam mais desde o ano de 2011 (Foto: Reprodução)
É difícil pensar em outra banda que tenha ressurgido de uma catástrofe com tanto sucesso como o New Order - Peter Hook, Bernard Sumner e Stephen Morris continuaram juntos após a morte de Ian Curtis, muito sob o estímulo do empresário Rob Gretton, e pouco mais de dois meses depois fizeram o primeiro show da nova banda. Adentraram os anos 1980 para consolidar a mudança no jeito de fazer música pop para sempre. 
 
E hoje, 35 anos depois, Hook mal fala com os outros membros e até o fim do ano deve levar seu caso aos tribunais. O motivo: em 2011, quatro anos após a separação da banda, Sumner, Morris e Gilbert Gillian (membro da banda desde 1980) se reuniram e passaram a excursionar sob a égide New Order. 
 
"O que eles fizeram comigo, na minha opinião, é absolutamente nojento", diz Hook, cujo livro de memórias sobre o Joy Division sai agora no Brasil, ao jornal O Estado de S. Paulo. "O mais baixo do mais baixo. E a pretensão deles, de ser o New Order, é ridícula. Mas é, amigo, vamos lutar um pouco." 
 
Hook prepara agora um novo livro sobre o New Order - 26 anos de histórias que têm tomado boa parte do seu tempo. "É um empreendimento muito mais difícil (do que escrever sobre o Joy Division)", comenta. "Nós éramos muito jovens, não sabíamos como lidar com o luto, então fizemos a coisa mais natural, que foi continuar", recorda-se, sobre as primeiras semanas do New Order, após o suicídio de Ian Curtis, vocalista do Joy Division. 
 
"Bernard, Stephen e eu, quando nos sentamos, fizemos músicas boas. Nós tivemos que aprender a escrever letras e fazer os vocais, mas as músicas eram tão boas que a inspiração estava ali." 
 
Hook também comentou o recente Chapter and Verse, autobiografia de Bernard Sumner, ainda sem edição brasileira. "O lado triste sobre o livro de Bernard é que ele é cheio de mentiras. Não é algo com o qual eu queira viver, com algo tão importante quanto um livro. Fico lisonjeado com o ódio intenso que ele tem por mim (risos). Na minha mente, o livro dele serve para justificar o roubo do nome New Order. Bernard é conhecido por ser difícil. Sempre foi. Todo mundo sabe." 
 
Todo mundo também espera que uma história tão fascinante não acabe assim.

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