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Diário da Região

29/04/2017 - 00h00min

CENA AUTORAL

Elder King faz rock temperado com crítica

CENA AUTORAL

Steffany Cristina/Divulgação Os integrantes da banda Elder King, que vai para festival em Ubatuba
Os integrantes da banda Elder King, que vai para festival em Ubatuba

Relativamente nova no cenário musical, a banda rio-pretense Elder King está em busca de conquistar seu espaço e, para isso, tem um plano muito bem definido. Quando foi formada, em 2015, com a intenção de fazer música autoral, o primeiro passo foi construir um trabalho que pudesse apresentar o que a banda pode e quer fazer. Foi desse desejo que nasceu This Country Is Mine, o primeiro álbum do grupo, que é formado por Bah Poeta (vocalista), Zet (guitarrista base), Cola (baterista), Tomate (baixista) e Rick (guitarrista solo).

Com nove músicas inéditas, o projeto é um passeio por gêneros e referências que a própria banda possui, indo do progressivo e do heavy metal ao punk e ao metal, como explica Bah, de 24 anos: “Queríamos mostrar nosso tipo de som e o que podemos fazer. Além disso, não temos a intenção de não nos categorizarmos. A intenção era que o disco fosse uma amostra de um pouco de cada um desses elementos.” O processo de criação de todo o álbum foi com foco nas letras. 

O propósito da banda, segundo a vocalista, é usar a música para transmitir conteúdo, para falar sobre o que é atual e o que é problema na sociedade. “A letra vem em primeiro lugar. Hoje em dia é muito complicado. Às vezes, você ouve uma música, curte, mas quando vai analisar a letra, vê que não há nada ali. Nós queríamos transmitir uma mensagem”, analisa. As temáticas abordadas em This Country Is Mine vão do preconceito religioso à corrupção até pessoas que vivem suas vidas para cuidar da vida dos outros. 

“A intenção é guiar, mostrar que a mudança está no dia a dia, nas suas ações”, pondera Bah. O álbum já está disponível nas plataformas digitais, mas a Elder King ainda vai lançá-lo em uma versão física, que está prevista para chegar ao mercado entre julho e agosto. O trabalho também já resultou em um clipe para a faixa título do disco, que já se aproxima de 50 mil visualizações, somando os números do canal da banda no Youtube e da página oficial no Facebook.

 

 

A banda

Apaixonada por música, a vocalista teve algumas bandas desde os 14 anos, mas sempre foram projetos para tocar músicas de outros artistas. Inclusive, antes da Elder King, ela já havia tocado com o guitarrista base da banda, Zet. “Tivemos uma banda e desde que ela acabou eu falava para ele que gostaria de formar outra para fazer um som autoral”, recorda. Mas o processo de formação da Elder King não foi simples. Decididos a seguir em frente com o projeto, a dupla passou a procurar por outros membros. Precisavam de baixista, baterista e outro guitarrista. A busca levou quase um ano.

“Depois disso, demos início ao processo de gravação do álbum, que também levou mais ou menos um ano para ficar pronto. Por isso, nosso trabalho de divulgação está começando mais forte agora. No ano passado, fizemos apenas duas apresentações. Agora, queremos levar nosso som para o máximo de lugares que pudermos”, conta Bah.

Neste ano, eles já se apresentaram no Grito Rock, em Mirassol, e viajam, neste fim de semana, para se apresentarem no Primeiro Festival de Música na Praia, em Ubatuba, onde disputam com outras 20 bandas uma vaga na final, podendo ganhar até R$ 5 mil de prêmio. “Foram 147 inscritos e acabamos selecionados entre os 20 para a semifinal”, diz Bah. Além disso, eles estão disputando a possibilidade de realizarem o show de abertura para a banda Matanza ou para o cantor Frejat no festival Rock Rio Pardo, que será realizado em Santa Cruz do Rio Pardo nos dias 29 e 30 de julho.

“É uma votação online na página do festival no Facebook. Lá, o público vota curtindo as fotos das suas bandas favoritas. A banda com o maior número de curtidas abre para o Matanza. A banda que ficar em segundo lugar, abre para o Frejat. Estamos em segundo lugar no momento”, revela. A votação será encerrada neste domingo, 30. “Todo apoio é bem-vindo”, completa.

E mesmo a todo vapor na divulgação do primeiro disco, a Elder King já tem novas músicas em mente. “Temos um ditado, a banda que para de produzir, morre. Então, estamos criando, mas são faixas que serão trabalhadas no futuro, em próximos álbuns, assim que tivermos tempo para isso”, afirma Bah.

 

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