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Diário da Região

24/11/2015 - 07h55min

São Paulo

Melodias suaves marcam novo disco de Scandurra e Silvia Tape

São Paulo

Edgard Scandurra e Silvia Tape têm uma química perfeita. Eles, que trabalham juntos pela primeira vez, conhecem exatamente as qualidades e os defeitos um do outro. A conversa é tranquila, quase como um bate-papo informal de longa data. Scandurra começa a falar e, sem pestanejar, Silvia complementa a frase. Ali, naquele pequeno apartamento da Vila Madalena, na zona oeste de São Paulo, a dupla se prepara para o lançamento de Est, que está disponível nesta terça, 24, na versão digital e chegará às lojas no formato físico em 2016. A Sua Intuição, uma das faixas mais imponentes, pode ser ouvida com exclusividade no portal do jornal O Estado de S.Paulo. Numa abafada tarde de quinta-feira, a dupla recebeu a reportagem para falar sobre o novo trabalho. Sem lançar nada fora do Ira! desde 2012, Edgard Scandurra viu em Silvia uma oportunidade inovadora de dar voz às suas melodias tão serenas. A doçura imensurável daquela caipira de Piracicaba, no interior de São Paulo, fez o músico vibrar por dentro. Scandurra passara algum tempo em busca do timbre ideal. O casamento deu certo. Silvia adorou as harmonias de Scandurra e passou a compor. Letrista de mão cheia, deu sensibilidade e emoção aos arranjos. Em Asas Irreais, Silvia se baseou em Ismália, de Alphonsus de Guimarães, para escrever. "Eu sempre escrevi, mas penso que, nesse disco, com o Edgard, eu pude mostrar um outro lado. Uma coisa mais calma e serena. Acho isso importante. Um músico sempre precisa se reinventar. Ao mesmo tempo, nunca devemos abandonar a nossa essência", complementa. As gravações lo-fi de Scandurra, feitas na Praia de Itamambuca, no litoral de São Paulo, buscavam alguém de voz doce, suave e que pudesse, de alguma forma, externar um sentimento de equilíbrio e serenidade. Silvia, que também integra a nova formação da banda punk Mercenárias, surpreendeu pela delicadeza do timbre. O primeiro contato de Scandurra e Silvia Tape ocorreu no andar superior do Le Petit Trou, antigo bistrô do guitarrista. Foi lá que a doçura da moça tocou os ouvidos e o coração do guitarrista. Est traz 10 faixas inéditas. A mescla de cordas acústicas e eletrificadas de Edgard Scandurra somadas à bela voz de Silvia transformaram o trabalho em algo heterogêneo, simplório e minimalista. Desde A Sua Intuição, que abre o disco em um clima tenso, até Meu Lamento, faixa mórbida e fúnebre do dedilhado de Scandurra. No álbum, ainda há espaço para parcerias. A bateria balanceada e indescritível de Curumin está presente em canções como Hoje o Tempo e Asas Irreais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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