Diário da Região

11/09/2004 - 10h33min

Comédia

Filme de Spielberg traz Tom Hanks

Comédia

Divulgação Tom Hanks vive dias intermináveis preso no aeroporto de Nova York
Tom Hanks vive dias intermináveis preso no aeroporto de Nova York
?Quis produzir um filme que pudesse fazer o público rir, chorar e sentir-se bem com o mundo. Estamos num momento em que precisamos sorrir mais e os filmes de Hollywood devem fazer isso pelas pessoas nessas épocas difíceis?. Se você desconfia que estas palavras pertencem ao criador de ?E.T.?, acertou. E elas são importantes para compreender as verdadeiras intenções de Steven Spielberg para ?O Terminal?, sua mais nova realização cinematográfica, que estréia hoje em todo o Brasil (e em uma única sala de Rio Preto). Diante de um bom argumento que pudesse espelhar de modo bastante crítico o medo e a truculência do governo norte-americano após os atentados de 11 de setembro, mesmo que por meio da comédia (que foi a escolha de Spielberg), um dos maiores cineastas de todos os tempos vêm sendo metralhado pela crítica pelo tom sentimental que empregou a ?O Terminal?, película que reúne dois astros oscarizados: Tom Hanks e Catherine Zeta-Jones.

O filme conta a história de Viktor Navorski (Hanks), cidadão da fictícia Krakozia, país da Europa Oriental, que chega a Nova York e no exato momento em que desce no Aeroporto Internacional John F. Kennedy, descobre que seu país sofreu um golpe de Estado, deixando de existir legitimamente. Com isso, seu passaporte é considerado inválido pela Imigração (e Viktor nem pode voltar à terra de origem, uma vez que as fronteiras foram fechadas pelos rebeldes). Os dias presos no terminal tornam-se semanas, meses. Nesse tempo, ele aprende a se comunicar em inglês, flerta com a aeromoça interpretada por Catherine e esbarra com pessoas dos mais diversos tipos, até ser perseguido pelo chefe da Imigração (Stanley Tucci) que cansou da receptividade e passou a tratar o estrangeiro como problema burocrático.

Curiosa coincidência, se ?O Terminal? deixa margem para críticas à política severa da Imigração dos EUA nos últimos anos, a fita estréia no Brasil justamente às vésperas do ataque às torres gêmeas do WTC, que desencadeou toda essa onda paranóica (e até certo ponto compreensível) ianque. "Desde o primeiro estágio de desenvolvimento, discutimos como o mundo no aeroporto deveria refletir os Estados Unidos e seus grupos multiculturais. O mundo que Viktor encontra no aeroporto é uma espécie de microcosmo com riqueza de personagens que representam para ele, e para o público, o melhor e o pior do que o país tem a oferecer", melhor resume a produtora Laurie MacDonald, no material de divulgação distribuído pela United International Pictures à imprensa.

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