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Diário da Região

20/11/2015 - 10h30min

Maratona teatral

Duas montagens rio-pretenses estão na Satyrianas 2015

Maratona teatral

Jorge Etecheber A performer Vanessa Cornélio durante a apresentação de 'Um Ser Só' no festival Breu (Foto: Jorge Etecheber/Divulgação)
A performer Vanessa Cornélio durante a apresentação de 'Um Ser Só' no festival Breu (Foto: Jorge Etecheber/Divulgação)

Rio Preto marca presença mais uma vez na Satyrianas, maratona de apresentações teatrais realizadas nos espaços do grupo Satyros, em São Paulo. Duas produções rio-pretenses serão apresentadas na tarde desta sexta-feira, 20, e na madrugada deste sábado, 21. 

Depois de marcar presença no festival Breu, do Sesc Rio Preto, a atriz e performer Vanessa Cornélio, fundadora do grupo Asa de Borboleta, leva a performance "Um Ser Só" para a Satyrianas.

Cadeirante há 22 anos, Vanessa propõe com "Um Ser Só" um happening, onde a presença deste ser, diferente em sua estrutura e códigos, se expõe e se dilacera buscando afinidades com os outros à sua volta.

"O ser humano está inserido num sistema de convenções, onde as relações sociais se tornam cada vez mais vazias e angustiantes. Uma pessoa com deficiência de locomoção nesse contexto é 'um ser, só'", reflete Vanessa, que se apresentará à 1h da madrugada da sexta-feira para o sábado, no mezanino da Estação Satyros, na Praça Roosevelt.

Erasmus - Elogio da Loucura - 13112015 Encenação de “Erasmus - Elogio da Loucura” recorre aos movimentos da luta do leque, prática antiga das artes marciais no Japão. Peça em parceria com a Ópera Ritüal, de São Paulo, é baseada na obra de Erasmo de Roterdã

Elogio da Loucura
O grupo Kahlos, que já participou de outras edições da Satyrianas, realiza desta vez a estreia nacional de "Erasmus - Elogio da Loucura", produção realizada em parceria com a Cia. Ópera Ritüal, de São Paulo.

O espetáculo é um mergulho no universo do teólogo Erasmo de Roterdã (1466-1536), autor de um dos ensaios mais referenciais para a cultura do homem ocidental, "O Elogio da Loucura" (1511).

No texto, a loucura é o personagem que desfere críticas à cultura ocidental no Renascimento. Na montagem, cinco atores personificam Roterdã, ou melhor, a loucura. "Todos são Erasmo (de Roterdã), divididos em cinco pensamentos", explica Milton Verderi, um dos fundadores do grupo Kahlos, que compartilha a direção com Fransérgio Araújo, da  Ópera Ritüal.

Verderi, que pela primeira vez se divide entre as funções de diretor e ator, também está em cena, ao lado de Antonio Soler, Zé Antônio Borges, Rodrigo Vasques e Victor Fogaça. A apresentação na Satyrianas será nesta sexta-feira, às 18h, também na Estação Satyros.

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