Diário da Região

22/03/2012 - 01h52min

Operação Paracelsus

Polícia vai indiciar sete por agrotóxico falso

Operação Paracelsus

Thomaz Vita Neto O delegado Cunha Costa: material apreendido será periciado
O delegado Cunha Costa: material apreendido será periciado


A Delegacia Especializada do Meio Ambiente, da Polícia Judiciária Civil do Mato Grosso, vai indiciar sete pessoas em crimes de estelionato, falsificação de documentos, receptação, fabricação e transporte em desacordo com a legislação ambiental e formação de quadrilha, nas investigações da operação Paracelsus, deflagrada no último dia 13, em Bady Bassit e Rio Preto.


Na ação, foi desarticulada uma quadrilha que falsificava agrotóxico e vendia para todo o País com nota fiscal de vitamina. Serão indiciados os dois donos da empresa, três filhos e dois gerentes. Depois da formalização dos indiciamentos, o inquérito policial será encaminhado à vara especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande (MT).


A investigação policial seguirá para descobrir os fabricantes dos produtos falsificados. O empresário Diogo Vieira, um dos implicados no caso, negou, durante depoimento prestado à polícia, que fabricasse os produtos, mas assumiu que os comercializava. A polícia não divulgou o nome dos indiciados.


A equipe policial responsável pela operação cumpriu três dos sete mandados de prisão decretados pela Justiça de Mato Grosso e avalizado pela Justiça paulista, além de cinco mandados de busca e apreensão, cumpridos um deles na fábrica clandestina que falsificava o agrotóxico.


Na fábrica em Bady Bassit, a operação apreendeu 200 quilos do veneno Standak, que utilizada o mesmo princípio ativo do Regente WG800, o fipronil, ambos falsificados, segundo informações da polícia civil. A fábrica foi fechada por não ter licença ambiental de funcionamento. Também foi apreendida uma grande quantidade de um pó branco, que possivelmente seja um dos componentes utilizados para produzir o Regente falsificado.


“O material apreendido já chegou. Vamos periciá-lo e investigar se só fabricavam fertilizantes e adubos ou também inseticidas”, afirmou o delegado Carlos Fernando da Cunha Costa. De acordo com a polícia, os produtos falsificados eram vendidos em embalagens reutilizadas do produto original, da Basf.



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