Diário da Região

02/09/2011 - 07h30min

Parto

Polícia ‘livra’ médico investigado por fratura de perna de criança

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Guilherme Baffi Richard diz que expectativa agora é saber se Rafaela terá sequelas
Richard diz que expectativa agora é saber se Rafaela terá sequelas

A Polícia Civil de Rio Preto transferiu para o Ministério Público a decisão de indiciar, ou não, o médico Cid Nogueira Fraga Sobrinho pela suspeita de erro médico na fratura do fêmur esquerdo de uma bebê, durante parto no Hospital Ielar, no dia 12 de julho deste ano. O delegado Marcelo Goulart da Silva, do 2º Distrito Policial, responsável pela investigação, descartou a representação depois de avaliar os prontuários da paciente e do depoimento do ginecologista. O inquérito deve ser concluído hoje. O delegado aguarda apenas o resultado do exame a cargo do Instituto Médico Legal (IML), realizado anteontem.


Os pais de Rafaela de Alencar Ramos denunciaram o médico à polícia com a alegação de imperícia ou negligência durante a cesariana. O próprio médico teria notado a fratura e avisado a mãe. Mesmo assim, mãe e filha foram liberadas pelo hospital supostamente sem o tratamento adequado. A criança passou dois dias em casa e só foi encaminhada ao Hospital de Base após a reportagem do Diário levar o caso ao conhecimento da direção do Ielar.


Em depoimento à polícia, o médico negou ter sido negligente no procedimento. “Ele alegou que a posição da criança no útero da mãe impedia a retirada, por isso girou o corpo da bebê na hora do parto”, disse o delegado. O ginecologista também diz ter encaminhado a criança ao setor de ortopedia e comunicado o ocorrido à família. “Só fiquei sabendo no dia seguinte e minha filha estava apenas com uma tala na perna”, disse Richard Barbosa Ramos, 40, pai da recém-nascida. Segundo Ramos, após a correção da fratura no HB a criança teve as duas pernas imobilizadas com gesso. Rafaela se recupera em casa. “Ela está bem, mas os médicos ainda não sabem se ficará com sequelas”, disse o pai.


Morte


A polícia também investiga se a morte da aposentada Vanda Gianini Vaz, 66, no dia 16 de julho, no Ielar, foi provocada pela perfuração do intestino durante cirurgia para retirada do útero, realizada pelo mesmo ginecologista.


O delegado interrogou ontem o marido da vítima, Carlos Roberto Vaz,55, que confirmou as suspeitas de erro do médico. Sobrinho e outros cinco médicos responsáveis pelo atendimento da aposentada devem prestar depoimento nos próximos dias. Neste caso, o delegado aguarda as explicações dos profissionais e as conclusões do IML para decidir se indicia Fraga Sobrinho.


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