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Diário da Região

14/12/2017 - 20h14min

CONTRABANDO

Polícia fecha farmácia clandestina em Rio Preto

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Divulgação/ DIG Medicamentos clandestinos apreendidos vão passar por análise pericial
Medicamentos clandestinos apreendidos vão passar por análise pericial

Atualizada às 23:15h

Um homem de 32 anos foi detido nesta sexta-feira, dia 3, sob suspeita de manter uma farmácia clandestina no Parque Industrial, em Rio Preto. Policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) flagraram o momento em que ele recebia uma remessa de remédios encaminhada pelos Correios. Segundo informações da DIG, o homem comercializava medicamentos que só deveriam ser entregues mediante prescrição médica.

Havia também remédios de uso restrito e produtos que ainda não foram aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que pode representar risco à saúde pública. Parte do estoque de medicamentos era de anabolizantes utilizados irregularmente para acelerar o crescimento muscular, mas que podem ser letais. Com base em denúncia, os investigadores descobriram o endereço da casa em que funcionava a farmácia clandestina.

Para pegar o suspeito em flagrante, os policiais ficaram vários dias de campana em veículos sem emblema da polícia, à espera da hora em que ele iria receber nova remessa de medicamentos. Segundo a polícia, ao ser flagrado, o homem admitiu que seria dono dos medicamentos. Ele foi encaminhado até a sede da DIG, no centro da cidade, onde foi autuado por contrabando de medicamentos. Em depoimento, o suspeito disse que comprou o medicamento apreendido em sua casa no exterior por R$ 10 mil, mas ele não deu detalhes de quem seria o fornecedor dos produtos.

Se for condenado, poderá pegar pena de dois a cinco anos de reclusão. O suspeito ficará em uma das celas da DIG à espera de transferência para o CDP de Rio Preto, onde ficará a disposição da Justiça. Todos os medicamentos foram apreendidos e deverão passar por análise no laboratório do Instituto de Criminalística de São Paulo. Os peritos vão tentar descobrir qual a composição dos medicamentos e quais os riscos que ofereciam às pessoas que compraram na farmácia clandestina. Com base nas informações do pacote de medicamentos entregue pelos Correios, os investigadores agora vão tentar descobrir também quem é o fornecedor. 

Alerta 

Alexandre Gustavo Neves da Silva, 26 anos, morreu no dia 10 de fevereiro, no Hospital de Base de Rio Preto, por suspeita de uso de anabolizante. Ele morava em Novo Horizonte. Para alertar sobre os riscos de anabolizante, o médico Renato Silva, responsável pelo setor de transplante de fígado do Hospital de Base de Rio Preto, lançou na semana passada uma campanha de conscientização.

 

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