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Diário da Região

14/12/2017 - 19h55min

FEBRE AMARELA

Mais uma cidade intensifica vacinação após morte de macaco

FEBRE AMARELA

A Prefeitura de Catanduva, por meio da Secretaria de Saúde, intensificou a vacinação contra a febre amarela nas proximidades da usina São Domingos após mais um macaco ter sido encontrado morto nessa região da cidade no último sábado, 21. Segundo a assessoria da Prefeitura, o corpo do animal foi encontrado próximo a um ponto de ônibus e diante dos recentes casos de febre amarela em macacos doentes em outras cidades, medidas preventivas foram tomadas.

Ainda no sábado, a Secretaria de Saúde enviou amostras de sangue do animal para análise em laboratório de Rio Preto. O resultado do exame, que ainda não ficou pronto, irá apontar se o animal morto estava com a doença. Por enquanto, o registro é tratado como suspeita para febre amarela.

O trabalho de vacinação teve início pela rodovia Vicente Sanches na última segunda-feira, 23. No dia seguinte, a imunização foi realizada na usina, em parceria com a equipe de saúde do trabalhador do local. Na ocasião, a equipe de saúde itinerante também verificou as cadernetas de vacinação dos funcionários. A área onde o macaco foi encontrado é considerada de risco por estar perto de matas e distante da área urbana.

Este é o primeiro registro de macaco encontrado morto em Catanduva neste ano. Desde os primeiros sábados de 2017, equipes da Secretaria de Saúde estão envolvidas na busca ativa da população que vive na área rural, num trabalho que terá sequência no próximo dia 28. 

Outros casos

Desde o início do ano, nove primatas mortos foram achados em Rio Preto com suspeita da febre amarela. Não houve, porém, casos suspeitos em humanos. O macaco não transmite a doença, mas, ao contrair a febre amarela, indica a presença do vírus e permite que a população humana adote medidas preventivas. O mosquito transmissor é o Haemagogus, que vive em matas, mas a doença pode ser transmitida também pelo Aedes aegypti, presente nas áreas urbanas.

Na região, 13 cidades tiveram mortes suspeitas de macacos. Nesta segunda-feira, 23, os Grupos de Vigilância Epidemiológica (GVE) de Rio Preto e outras seis cidades da região norte, incluindo Ribeirão Preto, criaram uma força-tarefa na tentativa de conter a doença. As estratégias estão sendo definidas em conjunto com a Secretaria Estadual e o Ministério da Saúde, já que a região faz divisa com Minas Gerais, que registra o maior número de casos e mortes. A Secretaria da Saúde de São Paulo já confirmou três mortes por febre amarela em 2017 no Estado. Uma delas, notificada em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, é de um caso importado de Minas Gerais. Os outros dois são autóctones, contraídos no Estado, e foram registrados em Batatais e Américo Brasiliense, na região norte do Estado. No ano passado, duas pessoas morreram com a doença no interior de São Paulo, em Bady Bassit e em Ribeirão Preto.

(Colaborou Arthur Avila)

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