Diário da Região

31/07/2001 - 00h05min

Greve

Funcionários do INSS prometem parar dia 8

Greve

Os servidores federais do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) de Rio Preto decidiram ontem pela paralisação de suas atividades a partir do dia 8 de agosto, com a adesão à greve decretada pela Federação Nacional dos Funcionários do setor da Previdência Social. A decisão foi tomada durante duas assembléias, realizadas em frente ao prédio do INSS, na Avenida Bady Bassitt. O movimento, que obteve a adesão de 60% do funcionalismo local, tem como reivindicações principais o aumento salarial para a categoria, que se encontra há sete anos sem reajuste, e o pagamento do auxílio doença aos funcionários.

Além disso, os 70 servidores que atuam na agência do INSS em Rio Preto solicitam melhorias nas condições de trabalho e de atendimento ao público. Entre as reclamações dos funcionários estão a pequena quantidade de ramais telefônicos, a ausência de água potável no prédio e o refeitório com tamanho inadequado para a quantidade de funcionários. A possibilidade de atendimento a estas reivindicações, já expostas pela categoria durante a paralisação de três dias realizada no período de 17 a 19 de julho, é negada pela gerência do INSS, que atribui o tamanho do refeitório à padronização das agências. Além disso, o gerente executivo José Carlos Dan afirma que possui um laudo expedido por laboratório que atesta que a água disponível no prédio é potável. Apesar disso, o setor administrativo da agência informou, ontem, aos servidores que será aberta uma licitação para fornecimento de água no prédio.

A greve por prazo indeterminado deve prejudicar o atendimento na agência de Rio Preto, que recebe por dia cerca de 800 pessoas. Na primeira paralisação dos servidores, ainda neste mês, o INSS conseguiu manter apenas o atendimento aos pedidos de auxílio e os pagamentos, realizados por funcionários contratados e estagiários. Já os pedidos de aposentadoria foram totalmente paralisados. Até o dia 8, os funcionários esperam contar com a adesão de 100% dos servidores de Rio Preto, para dar força ao movimento que deve atingir as agências de todo o País.

“As propostas feitas até o momento pelo governo federal querem diferenciar os benefícios concedidos aos servidores ativos e aposentados e isso não vamos aceitar”, explica Eduardo Aparecido Franco, diretor do Sindicato do Servidores da Previdência Social (Sinsprev) em Rio Preto. Com data marcada para o início da greve por tempo indeterminado, os funcionários esperam que o governo se abra às negociações. “Estávamos tentando conversar desde janeiro e somente após a paralisação de três dias fomos recebidos pelo Ministério da Previdência.”

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