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Diário da Região

13/12/2017 - 10h31min

Não era dinamite

Esquadrão Antibombas descarta explosivo em banco

Não era dinamite

Sergio Isso Policial do Esquadrão Antibomba retira artefato de dentro da agência. (Foto: Sergio Isso)
Policial do Esquadrão Antibomba retira artefato de dentro da agência. (Foto: Sergio Isso)

Atualizada às 20:15h

Susto geral. Um artefato deixado em um dos caixas eletrônicos de uma agência bancária na avenida Brigadeiro Faria Lima, em Rio Preto, mobilizou equipes da Polícia Militar durante toda a manhã desta sexta-feira, dia 20. Até mesmo uma equipe com quatro especialistas do Esquadrão Antibombas veio de São Paulo para desarmar o que seria um explosivo, mas acabou se revelando um pedaço de massa de construção. 

A movimentação começou por volta das 4h30 da madrugada. A PM foi acionada pelo pessoal de monitoramento de segurança da agência do Bradesco. A informação era de que bandidos teriam tentado explodir caixas eletrônicos. 
Quando os policiais chegaram ao local, os supostos criminosos já tinham ido embora, mas um objeto fincado em um dos caixas eletrônicos fez levantar a hipótese de que seria uma banana de dinamite, com risco de explosão.

A área foi isolada e o local passou a ser monitorado por três equipes a Polícia Militar. A região, próxima ao Hospital de Base, virou palco de intensa movimentação de pessoas que trabalham nas proximidades, curiosos e profissionais da imprensa. A dentista Khelita Barros Medeiros, 40 anos, que tem um consultório próximo, ficou assustada “Tive medo. O homem é falho, por mais que os policiais estejam preparados para essas situações. E se explode?”, questionou, antes de saber que não se tratava de uma bomba. 

Funcionários e clientes de uma farmácia ao lado acompanharam toda a ação da polícia. “A gente assusta. Esse tipo de coisa, esses homens vestidos assim eu só tinha visto em filmes”, disse a radiologista Edna Freitas, 43 anos. A equipe antibomba, que faz parte do 4º Batalhão de Choque de São Paulo, chegou por volta das 12h30. Com roupas e materiais especiais, eles entraram na agência e coletaram o suposto explosivo, que foi levado a um estacionamento ao lado. O material passou por um equipamento de raio-x, que concluiu não se tratar de explosivo. 

Agora, o material passará por análise do Instituto de Criminalística. "O conhecimento técnico e as análises preliminares dos policiais indicaram que não era material explosivo.", afirmou o tenente José Diniz. A Polícia Civil irá analisar imagens das câmeras de segurança do banco para tentar identificar os supostos bandidos. No dia 11 de outubro, caixas do Santander e Banco do Brasil do Aeroporto de Rio Preto foram explodidos e o dinheiro roubado. Os criminosos estavam armados. 

 

 

 

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