Diário da Região

11/06/2002 - 09h40min

Tentativa de Assalto

Empresário rio-pretense é assassinado em SP

Tentativa de Assalto

Reprodução Empresário Rui Seixas (foto) foi enterrado hoje em RP
Empresário Rui Seixas (foto) foi enterrado hoje em RP
Atualizada às 18:30 - O empresário e agrônomo rio-pretense Rui Seixas, 47 anos, foi morto na noite de ontem com três tiros no tórax e no abdômen, em uma tentativa de assalto no Sacomã, zona sul de São Paulo. Seixas era dono da Verdeplan, empresa especializada em paisagismo, e presidente do Grupo Citronorte, cooperativa de citricultores do noroeste paulista. Ele já foi vice-presidente da Sociedade dos Engenheiros de Rio Preto e diretor da entidade. A vítima havia acabado de chegar a São Paulo, onde teria ido participar de um ciclo de palestras. O agrônomo estacionou sua picape Toyota Hilux em frente à casa de parentes, na rua Drava. De acordo com o tio dele, o médico Nélson Seixas, o agrônomo entrou na casa, mas decidiu voltar para a caminhonete a fim de buscar um documento. Ao sair, foi abordado por dois homens, um deles armado com um revólver. "Ninguém viu nada e não sabemos se ele teria tido alguma reação ou se assustado, fazendo com que os assaltantes atirassem", diz o tio. A dupla fugiu sem levar nada. Baleado, Seixas foi socorrido e levado para o Pronto-Socorro de Heliópolis por um vizinho, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Nenhuma testemunha teria presenciado o crime. O caso foi registrado no 95º Distrito Policial de Heliópolis, que está investigando o homicídio, mas não tem pistas.

Enterro - O corpo do agrônomo foi enterrado hoje, às 17 horas, no cemitério da Ressurreição, na Vila Ercília, em Rio Preto. Centenas de amigos e parentes estiveram presentes. Nélson Seixas afirma que ele era uma pessoa muito ativa e empresário atuante e diz ter ficado surpreso com as manifestações de solidariedade recebidas das pessoas. "Ele era um cidadão público de sentido elevado, que participava de movimentos cooperativistas e lutava muito pelo esporte amador", afirma o tio. Sobre o crime, o médico acredita que os bandidos perderam o medo e, com isso, a sociedade está encurralada. A falta de segurança e a forma bruta como o agrônomo foi morto foi motivo de revolta de amigos e parentes. A maioria demonstrou inconformismo com o caso. O engenheiro Jorge Abdanur Estephan, 45, amigo de Seixas, falou sobre os valores familiares e de vida a que ele era ligado. "Ele ajudava as pessoas por gosto", afirma. O secretário de Governo de Rio Preto, Carlos Feitosa, 54, diz que viu o assassinato de Seixas como uma circunstância que pode atingir a todos. "Não dá para descrever a situação, que deixa a gente angustiado, ainda mais quando morre um indivíduo num período produtivo e de participação", afirma.

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