Diário da Região

07/05/2005 - 02h32min

Alerta

Dengue cresce e preocupa secretário

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Arquivo Cacau Lopes pede exoneração da Secretaria de Saúde
Cacau Lopes pede exoneração da Secretaria de Saúde
A Secretaria de Saúde de Rio Preto confirmou na tarde de ontem mais 27 casos positivos de dengue. O município contabilizada até agora 132 casos positivos da doença. Foram confirmados 56 deles somente nos últimos cinco dias: 27 ontem e 29 na segunda-feira. O secretário municipal de Saúde e Higiene, José Carlos Cacau Lopes, afirma que a situação é preocupante, mas que ainda não está fora de controle. "A gente tem trabalhado, as equipes estão nas ruas. Não estou preocupado com os números, mas com a possibilidade, no ano que vem, de ocorrerem casos de dengue hemorrágica", afirma. Em apenas cinco meses de 2005, o município superou em 110% os casos registrados durante todo o ano passado, quando foram 63 confirmações. O preocupante é que ainda faltam sete meses para terminar o ano.

O Índice de Breteau, que mede a incidência da larva do mosquito transmissor da doença, sinaliza risco de epidemia. Em fevereiro, 8,04 de cada cem casas no município apresentavam larvas do mosquito Aedes aegypti, o dobro da incidência em janeiro do ano passado. Rio Preto aparece ainda em terceiro lugar em risco de epidemia entre 54 cidades paulistas, segundo alerta da Secretaria de Estado da Saúde. O alerta foi dado com base nos casos registrados nos últimos quatro anos, período em que o município acumulou 8.230 registros da doença. A dengue hemorrágica, temida pelo secretário, pode ocorrer quando a pessoa é contaminada pela segunda vez. Cacau afirma que ainda não existe epidemia da doença.

Dos 132 casos confirmados neste ano, 111 são autóctones (originários do próprio município) e 21 importados. Levantamento da Vigilância Epidemiológica mostra que os casos estão concentrados especialmente nos bairros Vila Maceno (17) e no Anchieta (15). Também aparecem negativamente no ranking a Vila Angélica (6), Eldorado (5) e Jardim Nazareth (4). A coordenadora do Programa de Controle à Dengue, Amena Alcântara Ferraz, explica que esses bairros problemáticos houve maior atenção. "Todas as casas foram visitadas e o veneno foi aplicado. Falta agora mais atenção da população para evitar novos casos", diz. Os moradores podem ajudar com o controle dos criadouros, ou seja, não deixar água parada. O aumento no número de casos, segundo Amena, se deve a dois fatores: relaxamento natural da população no controle à doença e os casos registrados nos municípios vizinhos. Em levantamento feito pela Saúde, os principais focos de criadouro da dengue continuam sendo os pratos sob os vasos de plantas.

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