Diário da Região

01/04/2005 - 08h09min

Precariedade

Conselho Tutelar Norte atenderá no improviso

Precariedade

O mau cheiro impregnado no carpete das salas vazias da sede do Conselho Tutelar Norte de Rio Preto denuncia a péssima condição da casa alugada pela administração municipal, na avenida Promissão, no bairro Eldorado. O dinheiro público usado para pagar os R$ 400 mensais de aluguel não proporciona ao contribuinte condições adequadas para atendimento do serviço de direito à população. A situação de improviso deve durar mais dois meses, prazo estipulado pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Rio Preto para reformar um imóvel público na rua Santa Paula, esquina com a rua Maria Almeida Caputo, no bairro São Jorge.

Segundo a assessora e assistente social da pasta, Maria Aparecida Canzela, a nova sede do Conselho precisa de vidros, pintura e pequenos reparos antes de abrigar a equipe de cinco conselheiros, duas secretárias, dois motoristas, um guarda e uma funcionária de limpeza. Enquanto o local não fica pronto, Maria Aparecida diz que o proprietário do imóvel da avenida Promissão vai realizar as reformas emergenciais. ?Acredito que neste final de semana será retirado o carpete e construído uma galeria de esgoto no lado de fora da casa. Até segunda-feira, deverá estar pronto?, diz. As atividades do Conselho Tutelar vão continuar no bairro Eldorado até a entrega da nova sede. Na quarta-feira à tarde, o promotor Cláudio Santos de Moraes, curador da Infância e Juventude, foi informado que o Conselho Tutelar Norte iria interromper os atendimentos devido à falta de infra-estrutura do prédio.

Na quarta-feira pela manhã, a sede do conselho foi tomada por esgoto. Ontem, técnicos do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Semae) desentupiram a galeria de esgoto em frente ao imóvel. ?O pessoal do Semae disse que é preciso fazer uma galeria com retentor de esgoto, do lado de fora da casa?, diz a Aparecida Maria. A conselheira ainda diz que o problema do esgoto é pontual do imóvel. ?As casas vizinhas do Conselho não têm problema, segundo os moradores?, diz. No início de fevereiro, uma sindicância foi aberta para apurar irregularidades na tabulação de dados sobre violência doméstica em crianças e adolescentes, por parte do Conselho Tutelar Norte. A investigação, motivada por reportagem publicada no Diário da Região, tinha prazo de 30 dias para ser concluída, mas até hoje não chegou a nenhuma conclusão.

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