Diário da Região

    • -
    • máx min
23/06/2009 - 22h27min

Onda de assaltos

Ataques de trombadinhas desafiam a polícia

Onda de assaltos

Thomaz Vita Neto P.P.L. foi atacado por cerca de 50 menores quando passava por uma praça
P.P.L. foi atacado por cerca de 50 menores quando passava por uma praça
A Polícia Civil elegeu como prioridade investigar e pôr fim aos crimes cometidos por trombadinhas em Rio Preto. No último final de semana, 10 pessoas foram atacadas e tiveram 5 celulares, 1 MP3 carteiras, R$ 525 dinheiro, relógios, sapatos e até uma moto levada pelos assaltantes. O delegado-seccional, Jozeli Donizete Curti, explica que,em geral, os roubos são cometidos por adolescentes usuários de drogas, que agem em dupla, trio ou até mesmo em bando. De acordo com Curti, as ocorrências têm se tornado comum nos último meses e preocupado a polícia porque, além de causar prejuízo material, as vítimas são ameaçadas e agredidas. ?Mesmo sendo objetos de pouco valor ou uma pequena quantia de dinheiro levado, as vítimas são constrangidas e passam por humilhações.?

Na noite da última sexta-feira, o estudante P.P.L., 17, passava por uma praça na avenida Brigadeiro Faria Lima, no Jardim Morumbi, quando foi atacado por um bando de cerca de 50 adolescentes. ?Eles vendiam droga e me chamaram. Quando me aproximei, começaram a me agarrar e roubaram a minha carteira. Tentei fugir e me agrediram.? Os trombadinhas levaram a carteira com R$ 33 e documentos pessoais. Para se livrar da gangue, a vítima pegou uma cadeira de lanchonete e partiu para cima do grupo. ?Eles abriram espaço e fugi.? Na madrugada de anteontem, o vendedor W.M.S., 32 anos, foi atacado por dois marginais com socos e pontapés quando parou com sua moto no cruzamento da avenida Bady Bassitt com a rua Marechal Deodoro, no Centro de Rio Preto. Os ladrões quebraram o nariz da vítima, que ficou internada no Hospital de Base até ontem à tarde. Os assaltantes levaram R$ 70, documentos e a moto da vítima.

O delegado-seccional afirma que a repressão desse tipo de crime é difícil. Além de depender de muita investigação para se apurar a autoria, na maioria das vezes ele é menor e não pode ser preso. Curti diz que os sete distrito policiais e a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) têm trabalhado para solucionar os crimes. Quando o menor acusado é detido, o caso é encaminhado para a Vara da Infância e Juventude. O juiz é o responsável por definir se o menor receberá algum tipo de punição imediata ou se será processado pelo ato infracional.

O estudante D.A.M., 17, reagiu a um assalto na noite de sexta-feira. Ele conta que seguia pela rua Marechal Deodoro em direção è escola quando foi rendido por um rapaz em uma bicicleta. Armado com duas facas e um revólver, a vítima foi obrigada a seguir até uma praça, onde teve R$ 20 roubados. Num momento de descuido do trombadinha, ele lhe deu um soco no rosto e saiu correndo. Menos de uma hora depois, o mesmo marginal atacou um outro estudante de 18 anos na esquina das ruas Saldanha Marinho com Boa Vista.

Identificação
O delegado-seccional explica que um dos problemas da investigação está na identificação dos trombadinhas. Na maioria dos casos, eles agem encapuzados ou em locais escuros e impedem a vítima de olhar no rosto deles, o que dificulta a identificação do acusado.

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para recuperar sua senha no Diário da Região.

Já sou assinante

Para continuar lendo esta matéria,
faça seu login de acesso:

É assinante mas ainda não possui senha?
Não lembro a minha senha!

Assine o Diário da Região Digital

Para continuar lendo, faça uma assinatura do Diário da Região e tenha acesso completo ao conteúdo.

Assine agora

Pacote Digital por apenas R$ 16,90 por mês.
OUTROS PACOTES


ou ligue para os telefones: (17) 2139 2010 / 2139 2020

Cadastro Grátis
Diário da Região
Clique no botão ao lado e agilize seu cadastro importando seus dados básicos do facebook
Sexo
Defina seus dados de acesso