Diário da Região

15/12/2002 - 06h31min

Estômago

A má digestão pode esconder certas doenças

Estômago

Elisandro Ascari Gilberto: “As pessoas precisam tomar cuidado com remédios”
Gilberto: “As pessoas precisam tomar cuidado com remédios”
A sensação é de que a refeição está parada no estômago e de indisposição, normalmente provocada pelo consumo de alimentos gordurosos e oleosos. A má digestão ou digestão lenta tem intensidade variável, chegando a causar perda de apetite, náuseas e vômitos nos casos mais severos. O sintoma pode ser motivado por uma grande variedade de doenças e, principalmente quando persistir, não deve ser combatido com a automedicação. “As pessoas precisam tomar muito cuidado com os remédios que ingerem sem consulta ao médico. Somente o especialista tem conhecimento para reunir as informações necessárias, incluindo as obtidas no exame físico, interpretá-las e fazer o diagnóstico correto, levando ao melhor tratamento para cada indivíduo”, diz o cirurgião do aparelho digestivo, Gilberto Borges de Brito.

A má digestão decorre, por exemplo, de perturbações no funcionamento dos órgãos do aparelho digestivo (estômago, duodeno, vesícula biliar e pâncreas), motivadas por situações de estresse psicológico e por alterações psíquicas como ansiedade, nervosismo e depressão. Pode ser resultante também de úlceras do estômago ou do duodeno e até mesmo de câncer no estômago. “Nesses casos, deve-se tratar fator que a provoca, a fim de surtir efeitos”, afirma o gastroenterologista Dured Fauaz.

Sintomas
O sintoma da má digestão é produzido pela permanência prolongada do alimento no estômago. Com freqüência, também ocorrem outros sintomas, como dor ou desconforto na boca do estômago, náuseas e vômitos, anorexia ou perda do apetite, saciedade precoce (satisfação da fome com menos alimento do que o habitual) e sensação de estufamento ou peso no estômago. “Esses sintomas costumam aparecer combinados e se chamam dispépticos ou dispepsia. São conhecidos popularmente como problemas de fígado, o que raramente é verdadeiro. Sua origem é atribuível aos órgãos do aparelho digestivo”, explica Brito. Os sintomas podem ser recentes (agudos) ou antigos (crônicos). Melhoram ou pioram periodicamente ou desaparecem de forma espontânea. Podem também ser constantes. Alguns hábitos alimentares, como mastigar bem e mais devagar, ajudam a melhorar o problema.

Fontes:
Gilberto Borges de Brito - Cirurgião do aparelho digestivo - Fone: (17) 233-5064
Dured Fauaz - Gastroenterologista - Fone: (17) 232-8911

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