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Diário da Região

30/05/2016 - 15h51min

Até Morretes (PR)

Garoa e neblina aumentam a emoção na Estrada da Graciosa

Até Morretes (PR)

Depois de rodarmos a Serra do Rastro da Serpente, chegamos a Curitiba (PR). A viagem foi muito desgastante. Para piorar um pouco, muita chuva, frio e neblina. Decidimos descansar na sexta-feira, para ver se o tempo melhorava.

No sábado, dia 28, o dia amanheceu melhor e partimos para Morretes. Saímos de Curitiba pela rodovia Régis Bittencourt. Rodados 35 quilômetros, você entra na Estrada da Graciosa. Assim que passamos o portal da entrada, o tempo fechou. Garoa e neblina. Como a pista é quase toda de paralelepípedo, repleta de curvas e estava molhada, tivemos de fazer uma descida com uma média de 20 a 30 km/h.

A visibilidade foi bastante prejudicada pela forte neblina, o que deixou o passeio ainda mais emocionante. Nas condições em que a pista se encontrava, era impossível abusar.

Mesmo nessas condições alguns motociclistas resolveram arriscar a descida. Fizemos o passeio em 1h30, num ziguezague por 33 quilômetros.

Chegando a Morretes, fomos a um dos restaurantes da cidade apreciar o famoso barreado, comida típica do litoral paranaense. A melhor pedida é o rodízio, que teve como entrada salada de alface com bacon, maionese, mariscos e croquete de camarão. Foi servido o barreado, acompanhado de filé de peixe empanado, camarões à milanesa, salmão grelhado, pirão de camarão, arroz e banana frita. Saiu a R$ 55, por pessoa.

Na cidadezinha, a Ponte Velha é um dos cartões-postais. Mas há ainda as construções do centro, o Hotel Nhundiaquara – que hospedou Dom Pedro II – e a Igreja Matriz, todas no estilo colonial.
À tarde, voltamos a Curitiba.

Fazer a viagem de moto, pela Estrada da Graciosa, com garoa, neblina e garupa, foi uma grande aventura. O que era para ser um passeio tranquilo ficou um passeio tenso. Não deu para apreciar muito a mata, as cachoeiras, as flores... A neblina impedia. Mesmo assim, valeu a pena. Descer a Serra do Mar, com a mata toda preservada, numa estrada construída no início do século XIX, ouvindo a chuva e se equilibrando na moto para não tomar um tombo, é o que a gente espera de uma aventura em duas rodas.  A Estrada da Graciosa é um destino que todo motociclista tem de ir, com sol ou chuva, calor ou frio, neblina ou tempo limpo. Em qualquer situação, está valendo.

 

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