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Diário da Região

07/04/2016 - 20h05min

Diga não à infelicidade!

Vida não é destino, é decisão

Diga não à infelicidade!

google “Não importa o que fazem ao homem. Importa é o que ele faz, do que fizeram a ele.”
“Não importa o que fazem ao homem. Importa é o que ele faz, do que fizeram a ele.”

Sartre me ligou pra sempre ao existencialismo ao afirmar:

 “Não importa o que fazem ao homem. Importa é o que ele faz, do que fizeram a ele.”

Primeiro não entendi, depois levei um susto, foi mesmo amor só à terceira vista.

De lá pra cá, a psicoterapia me mostra toda beleza em acompanhar uma pessoa a descobrir seu poder de decisão sobre os próprios sentimentos. Nunca poderemos escolher uma porção de coisas: onde nascemos ou o que herdamos, condições de nossa família, a morte.

Não temos nenhuma capacidade para decidir sobre o outro mas, mesmo assim, podemos diminuir danos, olhar para o que temos, aceitar o que não se pode mudar, melhorar o que se pode.

Descobrir que governamos nossos sentimentos é um dos inúmeros benefícios proporcionados pela psicoterapia, que vão muito além do nosso eu. Não tudo ou o tempo todo, mas temos escolha.

  Ao tornar-se adulto, você observou o mundo retirando elementos valiosos dessa observação. E vieram também traumas, condicionamentos, inferioridades, enfim, valores fortes que precisam ser expostos, tomados de consciência. O reconhecimento é muito necessário. Saber que conteúdos são seus e qual conteúdo herdou ou está copiando. O risco de não conhecer a ação das nossas passagens, traumas e modelos é ser governado por eles.

O inconsciente nos espreita em silêncio, boicotando relações, pensamentos, sentimentos. Conclui sem perguntar, não negocia.  Trazida à luz da razão, é possível conduzir nossa vida emocional de forma mais plena. Por isso se diz tanto que temos escolha, por mais que isso pareça impossível para alguns.

Sabe aquela pessoa que foi traída e nunca mais confiou em ninguém? O menino que foi pobre e por isso nunca chamou uma garota pra sair? Que perderam pessoas queridas e por isso se permitem viver revoltadas e agressivas? Ou se deprimem e ignoram todos os que aqui estão e lhe querem bem? Judiam mais de si mesmo do que o mundo pode judiar delas. Precisavam entender Sartre.

Histórias podem começar feias e terminar bonitas. Alguns superam barreiras terríveis, doenças, traumas, abusos, perdas... e ainda assim conseguem dar um NÃO para a infelicidade. Trabalham com honestidade, casam-se e escolhem ser bons, cultivando a gratidão pelo que tem. Não se encerram no ressentimento do que não foi.

Por isso eu repito: descobrir que se pode passar por cima de toda e qualquer tragédia que a vida tenha lhe trazido, é renascer. O que foi ruim não precisa perpetuar dentro de você, que merece buscar alegria, aceitação e felicidade. Na poesia de Cora Coralina: "Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça."

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