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Diário da Região

17/12/2016 - 00h16min

NO DIVÃ

Educação sem empatia é um dos fatores de caos social

NO DIVÃ

NULL A falta de empatia está na raiz da intolerãncia
A falta de empatia está na raiz da intolerãncia

Quem tem filhos tem angústias, e elas se intensificam quando eles começam a apresentar problemas com seu grupo social. Principalmente ao observar a rejeição e agressividade que eles tem ao lidar com os colegas. Vai além do bullying, por que não é prática repetida ou intencional, mas eles ofendem e retrucam como se estivessem respondendo à uma agressão sofrida. Se sentem vítimas, enquanto agridem e retaliam seus pares.
Embora a pedagogia e a psicologia estejam atentas à falta de empatia na educação dos jovens, é espantoso como os episódios tem aumentado em grau e volume. Para as meninas os sentimentos de raiva e tristeza são ainda mais intensos do que para os garotos, é o que revela pesquisa realizada na Universidade de Duke, nos EUA. A pesquisa reforça que os jovens demonstram agressividade e desejos de vingança em situações de quebra de confiança. 
O contato social é sempre difícil, os grupos não são homogêneos em educação e valores,  dentro de uma mesma sociedade, escola e até dentro da mesma sala de aula. Os episódios de degradação pessoal entre os jovens indicam que os estamos preparando mal para a ainda mais selvagem vida, a do trabalho. O estômago deles já arde com a temperatura que chega o mimimi.

Não adianta apelar para a conservadora aula de educação moral e cívica, estamos mesmo sem modelos fortes dentro de casa. Os pais são tão imaturos e agressivos quanto o espelho que os filhos revelam. Tão cheios de paixão e razão que não enxergam o bem comum, acima de suas proles. E aonde está a escola, se ela se omite? Como educar para a contenção e correção, em ambiente perverso e caótico? 
Para apoiar a auto estima e fortificar nossos filhos, afastá-los de desavenças e degradações pessoais, precisamos da inserção dos pais dentro das escolas, de participação conjunta e educação consistente. Precisamos mesmo nos armar e nos antecipar aos eventos que aí estão. À falta de consideração alheia! 
Que nossos filhos não sejam vítimas do desamparo e sadismo alheio... precisamos de educação para a coletividade, aprender a pensar no bem comum como mais importante do que o bem pessoal. Do jeito que a educação formal tem se retraído diante da marginalidade e do descaso político, melhor brincar de outra coisa, ou nem descer pro play.

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