X
X

Diário da Região

16/12/2016 - 17h16min

TOP 20

Os 20 melhores discos nacionais de 2016 - Parte 1

TOP 20

Reprodução NULL
NULL
Sammliz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20) Mamba - Sammliz

Como vocalista da banda Madame Saatan, a paraense Sammliz desbancou a predominância masculina no heavy metal brasileiro. A trajetória de 11 anos da banda foi marcada por letras em português e pelo diálogo com ritmos regionalistas. Essa experiência pavimentou a estreia solo da cantora, marcada pelo excelente disco Mamba. As 10 canções do álbum passeiam por ritmos como stoner, pós-punk e música eletrônica. O domínio das guitarras e dos versos obscuramente íntimos apenas reforçam o poder hipnotizante e sedutor da voz de Sammliz.

 

Baleia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

19) Atlas - Baleia

O sexteto carioca Baleia enfrentou com primor a síndrome do segundo disco, optando por um caminho criativo bem diferente do seu álbum de estreia, Quebra Azul (2013). A pegada jazzística ganhou toques tribais e os coros são constantemente evocados ao longo das oito faixas do disco, cujos versos falam do espaço urbano, do lado caótico da cidade. Atlas é um disco experimental por excelência, revelando as inquietações de uma banda que não sabe o significado da expressão 'zona de conforto'. 

 

Barro

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

18) Miocárdio - Barro

Um caleidoscópio de culturas e estilos, o álbum de estreia de Felipe Barros em carreira solo é uma das coisas mais vibrantes da recente safra da música pernambucana. Amparado por um time de primeira, tanto na produção como nas participações de algumas faixas, Barro, como o artista se apresenta em sua nova fase, emprega todas as suas experiências para dar vida a um trabalho múltiplo, que abarca sonoridades que vão desde o pop dos anos 1960 aos ritmos regionais, passando pelo rock e pela música eletrônica. Uma diversidade também presente nas letras, já que ele canta não só em português, mas em espanhol, francês e inglês. Miocárdio é um disco alegre, colorido e excitante.

 

Terno Rei

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

17) Essa Noite Bateu Com Um Sonho - Terno Rei

Segundo álbum de estúdio, Essa Noite Bateu Com Um Sonho é o amadurecimento do conceito nostálgico e intimista que pauta a musicalidade da banda paulistana Terno Rei. Assim como em Vigília (2014), a riqueza de detalhes sonoros faz do segundo disco um trabalho envolvente. São canções de clima crescente e que bebem na fonte do dream pop que caracteriza a Terno Rei. No entanto, soa mais democrático e menos fechado em seu conceito. Uma vigorosa evolução de quem faz música contemporânea de forma extremamente delicada.

 

Ivete

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

16) Ivete - Wado

Wado, cantor e compositor catarinense radicado em Alagoas, já dialogou com a música eletrônica, a bossa nova e o rock em seus últimos trabalhos. De volta à atmosfera dançante que pauta o início de sua carreira, ele reverencia a cultura tropical em seu nono álbum de estúdio, Ivete, cujo título faz referência à Ivete Sangalo. Isso porque Wado documenta o axé baiano, em especial aquele que predominou na virada das décadas de 1980 e 1990. Mas isso não significa que deixou de imprimir sua ousadia indie, seu jeito de criar camadas sonoras que se dialogam para formar um todo forte e vibrante.

 

Larissa Luz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

15) Território Conquistado - Larissa Luz

Não haveria título melhor para o segundo álbum da carreira solo da cantora Larissa Luz. Conhecida do grande público por seu trabalho como vocalista da banda Ara Ketu, entre 2007 e 2012, ela vem construindo uma identidade sonora para além do clichê afro-pop da música baiana. Mergulhando de cabeça nas bases eletrônicas, a cantora deu vida a um disco excitante e dançante. No entanto, a grande força de Território Conquistado está em seu discurso, que fala diretamente ao coração da mulher negra. É impossível ficar imune às provocações dessa baiana de língua afiada. 

 

Algorritmos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

14) Algorritmos - Filarmônica de Pasárgada

Bem-humorado, inventivo, instigante e extremamente conectado com a realidade (a virtual pra ser mais exata). Assim é o disco Algorritmos, do coletivo Filarmônica de Pasárgada, de São Paulo. As 15 canções compostas por  Marcelo Segreto para o álbum dialogam diretamente com as linguagens do universo digital, refletindo de forma criativa sobre as influências delas nas relações humanas. Nesse trabalho, o grupo repassa a vida em tempos digitais, da enxurrada de comentários no Facebook (7 Comentários) à paquera nas salas de bate-papo (Fernando Henna Está OnLine). 

 

A Coragem da Luz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

13) A Coragem da Luz - Rashid

Primeiro álbum de estúdio do rapper paulistano Rashid, A Coragem da Luz é primoroso nas rimas, que refletem sobre uma sociedade cada vez mais caótica e intolerante, e na musicalidade, que vai desde a dobradinha do jazz com a soul music à combinação certeira de funk e samba. Preconceitos, ódio, embates nas redes sociais e outros temas caros são colocados em discussão de forma sensível, valendo-se de inúmeras referências: da literatura, do cinema e, claro, da própria música. Sem dúvida, um dos melhores lançamentos de 2016 na seara do hip hop.

 

Francisco El Hombre

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

12) Soltasbruxa - Francisco El Hombre

"Se a um fascista é concedido cargo alto e voz viril | Vai lucrar do desespero, tal loucura já se viu | Bolso dele sempre cheio, nosso copo anda vazio | Mesquinhez e intolerância, bolso nada que pariu". Os versos da canção Bolso Nada, que traça o perfil do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC/RJ), sintetiza a nova postura da banda Francisco El Hombre, que apresenta uma crítica política afinada com a atualidade em Soltasbruxa, sucessor do EP La Pachanga! (2014). Apesar do tom mais sério de seu discurso, a sonoridade da banda liderada pelos irmãos mexicanos Sebastián e Mateo Piracés-Ugarte se mantém coloridamente dançante.

 

Luísa Maita

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

11) Fio da Memória - Luísa Maita

O trabalho da cantora Luísa Maita é regido pelo signo da imprevisibilidade. E a prova mais contundente disso é dada por Fio da Memória, seu segundo disco, lançado seis anos depois de Lero-Lero, álbum que apresentou essa paulistana para o público. A riqueza sonora é o grande trunfo do álbum, que flerta continuamente com gêneros como o samba, o jazz e o rock, além de se permitir a ritmos tribais e eletrônicos. Uma riqueza de estilos que atende com primasia a versatilidade da voz de Luísa Maita.

Aviso: Os comentários são de responsabilidade de seus autores e não representam a opinião do Diário da Região. É vetada a inserção de comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros. O Diário da Região poderá retirar, sem prévia notificação, comentários postados que não respeitem os critérios impostos neste aviso ou que estejam fora do tema proposto.

Di´rio Im&ocute;veis

Di´rio Motors

Esqueci minha senha
Informe o e-mail utilizado por você para recuperar sua senha no Diário da Região.

Já sou assinante

Para continuar lendo esta matéria,
faça seu login de acesso:

É assinante mas ainda não possui senha? Clique Aqui!
É assinante mais quer redefinir sua senha? Clique Aqui!

Assine o Diário da Região Digital

Para continuar lendo, faça uma assinatura do Diário da Região e tenha acesso completo ao conteúdo.

Assine agora

Pacote Digital por apenas R$ 16,90 por mês.
OUTROS PACOTES


ou ligue para os telefones: (17) 2139 2010 / 2139 2020

Cadastro Grátis
Diário da Região
Clique no botão ao lado e agilize seu cadastro importando seus dados básicos do facebook
Sexo
Defina seus dados de acesso