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Diário da Região

25/08/2016 - 15h02min

Saúde

Tem caxumba em casa

Saúde

Divulgação Fadiga, febre, mal-estar, perda de apetite e inchaço na região do pescoço são os sintomas mais comuns nos pacientes
Fadiga, febre, mal-estar, perda de apetite e inchaço na região do pescoço são os sintomas mais comuns nos pacientes

Minha filha Laura está com caxumba. Fazia tempo que não ouvia falar sobre a doença, também chamada de parotidite. Tudo começou com uma dor no pescoço, que eu achei que fosse um mal jeito de criança que não para quieta. No dia seguinte, ela foi para escola e, ainda pela manhã, ligaram para buscá-la. O pescoço já estava inchado e a dor tinha aumentado. Levei na pediatra que diagnosticou o problema apenas com exame clínico.

O tratamento é simples. Apenas antiinflamatório, analgésico e antitérmico para conter a dor e febre. O problema é o incomodo e fazer com que a pequena fique quieta. Hoje, por exemplo, ela não conseguiu almoçar. Segundo ela, a dor ao abrir a boca é maior que a fome. É recomendado repouso absoluto e isolamento. A transmissão ocorre por meio do contato com a saliva de pessoas. Assim, a Laura, que está em semana de prova, vai perder as atividades escolares e ainda vai ter que encarar uma férias forçada.

A Laura tomou a vacina que protege da caxumba, mas mesmo assim pegou a doença. Agora, estamos fazendo uma força tarefa para o irmão não contrair a doença. O Junior, que tem apenas 1 ano, ainda não tomou a vacina porque está com no meio de tratamento de uma fortíssima sinusite. Segundo o calendário de vacina, a imunização deve ser feita aos 12 meses (triplice viral) e aos 15 meses (tetra viral).

Além de evitar alimentos que exigem muita mastigação, é preciso evitar alimentos ácidos, como frutas cítricas ou sucos, que estimulam a produção de saliva. A criança também deve beber muito líquido. Ontem, para aliviar a dor, fizemos compressa de água quente. Como toda doença, é preciso cuidar para prevenir complicações. As da caxumba são potencialmente sérias, mas raras. A orquite (infecção nos testículos), por exemplo, pode deixar o paciente infértil.

Após a doença ser curada, a criança é considerada imune à caxumba. Agora, estou torcendo para os dias passarem rápido e a doença ir embora logo. A pequena, que é super ativa, está tristinha e com muito mal-estar. Além da Laura, meu cunhado Diogo também foi diagnóstico com caxumba. O número de caxumba aumentou mesmo na cidade. A circulação do vírus é uma das causas do aumento da doença na cidade. 

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