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Diário da Região

01/06/2015 - 16h10min

Flash Bola

Goleiro Silvio, da família Muniz, atuou em 3 times da região

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Arquivo pessoal de Silvio Carlos Muniz JALESENSE Equipe de Jales na temporada de 1990, quando conquistou o título da então quarta divisão. De pé, a partir da esquerda: Silvio, Sergião, Edmilson, Ademir, Verniô
e Marquinhos de Planalto; agachados, na mesma ordem: Ademir, Silmar, Ci (Valtencir), Solano e Adilson
JALESENSE Equipe de Jales na temporada de 1990, quando conquistou o título da então quarta divisão. De pé, a partir da esquerda: Silvio, Sergião, Edmilson, Ademir, Verniô e Marquinhos de Planalto; agachados, na mesma ordem: Ademir, Silmar, Ci (Valtencir), Solano e Adilson

A família Muniz, de Floreal, produziu dois bons meio-campistas e dois bons goleiros para o futebol brasileiro e até do exterior. Mais modesto, o primogênito João Ademir atuou como armador na Votuporanguense, Linense e Paulista de Nhandeara. Zé Roberto foi um talentoso ponta-de-lança revelado no América de Rio Preto na década de 1980 e que passou por Marília, Bandeirante, Sertãozinho e foi campeão no México.

Depois dos meias, veio a safra de goleiros. Na edição publicada no dia 24 de maio de 2015, o Flash Bola recordou a trajetória do caçula Willians, também revelado no América e com passagens por Novorizontino, Olímpia, Juventus, Sampaio Corrêa-MA, Santo André, Oeste de Itápolis, entre outros.

Desta vez, a coluna conta a trajetória de Silvio Carlos Muniz, goleiro seguro, de boa colocação e saída de meta, que impunha respeito e costumava fazer alguns milagres. Silvio foi um verdadeiro cigano da bola. Desde a época de juvenil, vestiu a camisa de 24 equipes de sete Estados e do Distrito Federal. Também defendeu a seleção paulista em 1990.

Florealense nascido no dia 27 de maio de 1966, Silvio começou a carreira nas categorias de base do Santo André, em 1981. “Eu tinha 15 anos e treinava com o profissional”, informou. “O Jacó Bernardo (treinador do juvenil do Santo André) me indicou e eu fui para a base do Palmeiras, comandada pelo técnico Cidinho”, destaca.

Em 1983, o Palmeiras emprestou Silvio à Saltense para disputar a Terceira Divisão (atual Série A-3). “Foi meu primeiro time profissional”, diz. De lá, ele seguiu para o Guarani de Campinas, foi reserva de Serginho na vice-campeã paulista Portuguesa (1985), de Gilmar Rinaldi no campeão brasileiro São Paulo (1986), de Rodolfo Rodriguez no Santos de 1987, defendeu o Ituano em 1988 e chegou ao Jalesense na temporada seguinte. Subiu com o time de Jales da quarta para a terceira divisão.

Na região, Silvio também se destacou na vitoriosa campanha do Barretos, promovido em 1991 da Intermediária (atual A-3) para o Paulistinha (A-2). A equipe contava com o meias Ci e Silmar, que posteriormente brilharam no futebol mexicano, o zagueiro Jorge Lima, o centroavante Pezão, entre outros.

Depois de rodar por alguns clubes, Silvio foi contratado pela Inter de Bebedouro, que ficou em 10º lugar na classificação geral entre os 16 participantes do Paulista da Série A-3 de 1996. O Lobo da Noroeste contava, entre outros, com o meia Pianelli, revelado no XV de Piracicaba e que jogou no São Paulo, e o zagueiro Amaral, revelado no América de Rio Preto.

Acumulou títulos e mora no Maranhão

Além das passagens como figurante nos grandes Palmeiras, São Paulo e Santos, Silvio esteve na Ferroviária de Araraquara durante o Paulistão de 1991. “No São Paulo eu jogava no expressinho, junto com os zagueiros Adilson, Ronaldão, entre outros”, informa.

Também atuou no Taubaté, Paraguaçuense, Rubro-RJ, Bandeirante de Birigui, Flamengo de Varginha-MG, Tiradentes de Brasília, Marília (1995/96 e 1998), Ponta Grossa do Paraná, Joinville, União São João de Araras, Figueirense, Caxias-RS e Sampaio Corrêa-MA, onde pendurou a chuteira em 2003, aos 37 anos.

Durante a sua trajetória, Silvio acumulou conquistas. Mesmo como reserva, festejou o vice paulista de 1985 pela Portuguesa e o título do Brasileirão de 1986 pelo São Paulo. Subiu de divisão com Ituano (1989), Jalesense (1990), Barretos (1991) e Taubaté (1992). Foi campeão catarinense de 1999 com o Figueirense e bicampeão maranhense pelo Sampaio Corrêa (2002/2003).

Após parar de jogar, Silvio continuou envolvido no futebol, como preparador de goleiros. Fez estágio no São Paulo, trabalhou no Bangu, Nacional-SP, Madureira, Jalesense, América de Rio Preto, Teresópolis-RJ e Fraiburgo-SC. Foi técnico do Paraguaçuense e do Moto Club-MA.

Pai de Silvio Filho, Aline, Pedro Ivo e Ana Terra, Silvio casou-se com a maranhense Célia e, desde 2002, mora em São Luís do Maranhão. Além de trabalhar como preparador de goleiros e auxiliar técnico, ele atua como empresário de alguns atletas novatos. Também possui uma transportadora e dois postos de combustíveis, um em São Luís e outro em Alto Alegre do Maranhão.

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