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Diário da Região

06/09/2015 - 00h00min

Flash Bola

Carlos Alberto sobe de divisão com três equipes no Interior

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Arquivo pessoal de Carlos Alberto dos Santos EM APARECIDA Jalesense em 1990. Aparecem: João Batista, Norair, Mazini, Cidinho, Silvio, Irineu, Dedeu, Júlio Cesar, Serginho Índio, Celso Rezende, Zé Maria, Pedro Basso e Serginho; Marinho, Alexandre Lopes, Luis Fernando, Marco Antônio, Antunes, França e Carlos Alberto; agachados: Balim Rossafa (diretor), Bira Veiga (técnico), Toninho, Marcelo, Adilson e Fernandinho
EM APARECIDA Jalesense em 1990. Aparecem: João Batista, Norair, Mazini, Cidinho, Silvio, Irineu, Dedeu, Júlio Cesar, Serginho Índio, Celso Rezende, Zé Maria, Pedro Basso e Serginho; Marinho, Alexandre Lopes, Luis Fernando, Marco Antônio, Antunes, França e Carlos Alberto; agachados: Balim Rossafa (diretor), Bira Veiga (técnico), Toninho, Marcelo, Adilson e Fernandinho

Carlos Alberto defendeu 14 times de três estados ao longo dos 15 anos de carreira como jogador profissional. Na região, atuou no Jalesense, Mirassol e Barretos. Subiu de divisão com a equipe de Jales e também com Paraguaçuense e Palmital. Lateral-direito apoiador, de seus pés surgiram muitos cruzamentos que originaram em gols.

Paulistano nascido no dia 11 de novembro de 1965, Carlos Alberto dos Santos começou a carreira como volante na várzea de São Paulo. Pela baixa estatura (1,69m), ganhou o apelido de Trocinho. Jogou no Jardim Flórida e no Santa Tereza, ambos de Embu das Artes, no Santos Pirajuçara de Taboão da Serra, e no Saudosa Maloca, da Vila Missionária.

Por indicação do capitão Galvão, que fazia segurança no Palmeiras, foi como ponta-esquerda para o juvenil do Alviverde, em 1980. Aprovado em teste pelo técnico Marchetti, passou a integrar a equipe, que contava com o volante Gérson Caçapa. “Sofri uma contusão, operei o menisco do joelho direito e o Palmeiras não me ajudou em nada”, diz. “Fiquei magoado e não voltei mais lá.”

Após se recuperar da lesão, foi para o São Paulo. “No time estavam Muller, Silas, Vizoli, entre outros.” Ficou um ano e meio na base do Tricolor, mas desanimou pela morte do seu padrasto Joaquim. Então, foi trabalhar na prefeitura de Embu das Artes. “Eu estava jogando o Desafio ao Galo pelo Jardim Santa Emília, um diretor do São José viu e me levou para disputar a Segunda Divisão (atual A-2) de 1986, como lateral-direito”, informa.

No ano seguinte, foi para o Palmital e conquistou o título da Terceira Divisão (atual Segundona). Permaneceu mais duas temporadas na equipe e em 1989 defendeu o Noroeste no Paulistão. Também jogou no Tupã e no Umuarama-PR até ser contratado pelo Jalesense, em 1990.

A equipe de Jales fez bela campanha e conseguiu o acesso para a Primeirona (atual A-2). O CAJ teve o estádio Roberto Rollemberg interditado para o duelo da última rodada diante da Saltense, que não tinha mais chances e havia dispensado nove jogadores. A partida aconteceu em Araçatuba. Dezoito ônibus e 100 veículos particulares de Jales levaram torcedores. O Jalesense venceu por 3 a 2 e subiu. Jaboticabal (campeão), Radium, Barretos, Barbarense e Matonense também foram promovidos. Com a conquista, 15 mil pessoas foram às ruas de Jales comemorar.

Atuou em 14 times

Após a conquista com o Jalesense, Carlos Alberto veio para o Mirassol. Estava em grande fase no Leão, quando sofreu uma contusão no joelho esquerdo na partida em Franca, contra a Francana. “Operei menisco, cartilagem e demorei oito meses para me recuperar”, relembra. Ao retornar, foi para o Operário de Ponta Grossa-PR, indicado pelo centroavante Cássio Mariano. No segundo semestre de 1992, voltou ao Jalesense, que contava com Vidotti, Pianelli, Lívio, o goleiro Silvio, entre outros. “Perdemos a classificação em casa para o São Caetano, gol do Serginho Chulapa”, diz. 

No ano seguinte, ajudou o Paraguaçuense a subir para o Paulistinha (atual A-2). Ainda atuou no Barretos, União de Mogi das Cruzes, Marília, Cassilandense-MS e Paranaibense-MS, onde pendurou a chuteira em 2000. Apartir de 2001, trabalhou numa distribuidora de bebidas em Jales, depois montou uma escolinha de futebol em Embu das Artes e, desde 2012, está com uma escolinha de futebol em Jales. Casado com Sandra Cristina, ele é pai de Júnior, Pedro Henrique e Ana Júlia.

Jalesense 3 X 2 Saltense

Ficha técnica:

Jalesense

Silvio; Carlos Alberto Trocinho, Mazini, Marcelo e Adilsinho; Serginho Índio, Luis Fernando e Alexandre Lopes; Marinho, Marco Antonio e Bezerra. Técnico: Bira Veiga.

Saltense

Carlos; Lúcio, Amaral, Heitor e Pavão (Zé Antonio); Altair, Hermes e Biazoto; Marcinho, João Carlos e Fernandinho. Técnico: não obtido.

Gols: Biazoto aos 20 e Adilsinho aos 29 do 1º tempo. Alexandre Lopes aos 2, Serginho Índio (pênalti) aos 5 e João Carlos aos 20 do 2º tempo. Árbitro: Carlos Roberto Silva. Expulsões: Amaral e Alexandre Lopes. Renda: Cr$ 309,3 mil. Público: 1.343 pagantes. Local: estádio Adhemar de Barros, em Araçatuba, domingo, 9/12/1990, na última rodada da 2ª Divisão, quando o Jalesense subiu.

 

Mirassol 2 X 1 Tanabi

Ficha técnica:

Mirassol

Garcia; Carlos Alberto, Carlão Viana, Papinha e Verniô; Chaves, Silmar e Sabá; Luizinho (Vagner Palamin), Cássio e Doni. Técnico: Luiz Carlos Martins.

Tanabi

Sérgio; Brasinha, Jair Neves, Mazini e Cerezo; Ataliba, Abel e Hamilton; Passira, Valdo Caminhoneiro (Elias) e Leimar. Técnico: Cabinho.

Gols: Jair Neves aos 13, Vagner Palamin aos 15 e Silmar aos 34 minutos do segundo tempo. Árbitro: Edmundo Lima Filho. Renda: Cz$ 2,042 milhões. Público: 2.162 pagantes. Local: estádio José Maria de Campos Maia, em Mirassol, na quarta-feira, dia 1º de maio de 1991, pela primeira fase da Divisão Intermediária (atual A-3).

 

 

 

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