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Diário da Região

12/07/2016 - 00h00min

Cartas do Leitor

Vereadores

Cartas do Leitor

O que não é novidade hoje em dia são as maneiras de os políticos usarem infindáveis artimanhas para se enriquecer e ou proporcionar a outros, para depois beneficiar-se do favor oferecido. Acontece que às vezes os caminhos usados são muito claros, para não dizer infantis, visto que as leis são evidentes em condenar certas condutas de parlamentares.

O assunto a que me refiro é do vereador que manteve negócios comerciais com a empresa municipal: não tem como blindar este político de uma punição severa, pois ele jamais poderá dizer que desconhece as leis à respeito. O que houve foi uma total falta de responsabilidade, tentando usar mais uma vez lei de Gerson, para dizer que o povo é tonto.

Contando com a união de todos os rio-pretenses vamos acompanhar o desenrolar de mais este fato acontecido em nossa cidade e cobrar destes vereadores que aí se encontram a cassação do vereador que cometeu a improbidade.

Vou me comprometer a divulgar os nomes dos políticos que porventura venham tentar proteger o vereador infrator de possíveis sanções, a menos que sejam realizadas em seções no afogadilho ou em horários em que o povo o maior interessado não possa estar presente como aconteceu com o horário em que as sessões acontecem.

Convoco os rio-pretenses a não reeleger os atuais vereadores, pois só assim daremos início a um novo ciclo político. Obs: existem ali na Câmara pouquíssimos edis confiáveis.

Marcos Reis, Rio Preto

Praça

Ao ler a reclamação do leitor Arthur Merlotti sobre a demora para a construção de uma praça no Jardim Alice, coluna do leitor do dia 10/7, pag. 2A, tenho a lhe sugerir por experiência própria que precisará de muita paciência e correr atrás das pessoas certas para que este sonho se concretize.

E se a praça for construída, uma pessoa da comunidade ou voluntária , deverá se responsabilizar por "tomar conta dela" e solicitar junto aos órgãos competentes o que lhes faltar como, por exemplo, a reposição de mudas de árvores, o conserto de um banco, a colocação de lixeiras, o corte da grama, a troca da lâmpada queimada, o recolhimento do lixo (a Constroeste não limpa praça e nem recolhe o lixo das lixeiras).

Eu esperei quase 7anos para que fosse construída uma praça no Residencial Ana Célia e até hoje cuido dela, inclusive recolhendo o lixo jogado no chão e o depositado nas lixeiras.

Em 3/11/2014, entreguei um abaixo-assinado com 100 assinaturas ao sr. Paulo Pauléra, solicitando a instalação de uma academia da melhor idade (aquelas ao ar livre espalhadas pela cidade) e apesar de já terem instalado várias no prolongamento da avenida José Munia e no Jardim Vivendas, eu ainda continuo esperando há mais de 1 ano e 7 meses.

Paciência e perseverança.

Sr. Arthur, se precisar de algumas dicas, conte comigo. Boa sorte.

Mirian L. R. Marim, Rio Preto

Cerol

Muito importante esta manifestação (mobilização de motociclistas em Rio Preto), pois o cerol já extrapolou todos os limites, principalmente agora com uma linha chilena que mais parece um cabo de aço laminado, capaz de ceifar um pescoço sem arrebentar, um absurdo sem precedentes. Os mototaxistas e moto-entregas são as maiores vítimas, pois estão a todo tempo nas ruas e nas regiões de periferia. Isto precisa acabar já, pois tem machucado e matado muitos em tenra idade e nada se faz. Quem sabe agora as autoridades despertem, pois tem outras cidades que já instituíram leis proibitivas.

Esta pressão é fundamental para que a grande Rio Preto dê exemplo também neste caso.

Nota dez para os idealizadores.

Paschoal Pagliaro Junior, Rio Preto

Crônica

Caro Alaor Ignácio, fico contente quando o encontro e acredito que isso decorra de um bom papo ou de uma boa conversa que sempre jogamos fora.

Eu o conheci faz um tempão, ou melhor, desde os tempos em que firmávamos agradável e útil parceria. Eu trabalhava na antiga Polícia Florestal e de Mananciais e você trabalhava num jornal. Não me lembro se no Diário da Região ou A Notícia.

Você sempre dedicado e zeloso acompanhava o policiamento, cujo objetivo era proteger o meio ambiente. Ao final de cada missão, você publicitava sobre as irregularidades encontradas.

Ao meu ou ao nosso ver esse intercâmbio ou integração contribuía em muito para educação e conscientização dos nossos brasileirinhos mais jovens. Justificando: eu penso que uma maior integração junto a "N" profissionais mostra ser possível equilibrar as relações humanas e reflete o quanto somos "organizados socialmente".

Alaor, no penúltimo parágrafo do seu artigo (“Fogo não se prega”, Diário, 5/7/2016) há ênfase sobre a Polícia Militar, bem como das mortes decorrentes das ações. Entretanto, com relação aos dados estatísticos não consta a quantidade de policiais militares que também foram mortos. Desculpe, mas fica a impressão de que as mortes dos policiais não se leva em conta. Eu não tenho dúvidas de que policiais militares prefeririam que não houvesse morte de nenhum dos lados.

Continuando no contexto ousarei afirmar: quando nas parcerias entre jornalistas e policiais se torna possível até fazer juízo de valor, haja vista, a participação ou acompanhamento. Agora, se não houve participação, certamente, imprudente será qualquer crítica ou observação. Considerando o exposto quero lembrá-lo, quando estamos sob forte tempestade, onde predominam relâmpagos, raios e trovões, de nada adiantará o medo.

Por quê? Porque os raios poderão cair sobre nós ou não, isto é, não tem como impedir. Desta feita, amigo Alaor, entenda que combater a violência e criminalidade é comparável às tempestades elétricas, onde os raios são imprevisíveis.

Concluindo, a mim resta lembrar a frase de Ivenio Hermes: "Segurança Pública se faz com pessoas que conseguem aliar boas ideias, planejamento e ação".

Em tempo: amigo Alaor, eu sei que você é um pensador e que da sua mente surgem ideias relevantíssimas, por favor, o que o impede de novas parcerias? Afinal, você não apenas escreve a história, pois de modo concreto faz parte dela. Forte abraço.

Jorge G. Hipólito, Rio Preto

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