Diário da Região

01/07/2016 - 00h00min

Cartas do leitor

Temer

Cartas do leitor

A maioria dos cientistas políticos já está chegando à conclusão, como analistas prudentes e sensatos, que o governo Michel Temer, embora interino, realmente veio para ficar, baseado em justificativas de que é o caminho menos traumático para tirar o país do buraco financeiro deixado pelo lulismo e dilmismo, mesmo com as constantes delações premiadas envolvendo vários parlamentares do PMDB e PSDB.

Sabe-se que o país está sendo passado a limpo, em plena faxina, e o balancete financeiro está em sua fase final, e o mais importante, está em franca recuperação com a necessária confiança para ser governável. É preferível acreditar e avançar com essa equipe como melhor opção, pois foi autorizada e referendada pelo Congresso Nacional e de acordo com a Constituição Federal vigente.

Como bom sinal, a magna reunião realizada recentemente no Palácio do Planalto, com a presença de Michel Temer e seus principais ministros, em que a maioria dos governadores ficou satisfeitas com a renegociação de suas dívidas, foi muito proveitosa, além das discussões e mensagens sob a racionalidade futura dos gastos públicos, equilíbrio entre receita e despesa, componentes imprescindíveis para resgatar a saúde financeira nacional.

Para justificar mais ainda esta tese, a prisão recente de Paulo Bernardo, ex-ministro petista, marido da senadora Gleisi Hoffmann, por desvios de créditos consignados dos funcionários públicos, está provocando o fim da fúria da tropa de choque dilmista, que só batem boca na primeira fila das sessões do Senado diante da comissão processual do impeachment. Na verdade, esta tropa de choque, chefiada pelo advogado da presidenta, que defende o indefensável e justifica o injustificável, mais parece uma réplica da Escolinha do Professor Raimundo, provocando risos em toda a plateia brasileira.

Sobre o festival de corruptos que continua em Brasília, mesmo pertencentes a vários partidos além do PT, suspeitos ou não, de receberem propinas nestes últimos 13 anos de lulopetismo, o caminho não pode ser outro senão ajustar contas com a Operação Lava Jato, sob o comando do juiz Sérgio Fernando Moro, considerado o novo herói brasileiro. É o que se espera daqui para frente, aguardando com muito ansiedade o final do impeachment da presidenta, para acontecer a efetivação de Temer com mandato tampão, até as eleições de 2018.

A crise política foi e está tão desastrosa, não havendo qualquer possibilidade do retorno dilmista, pois o país, apesar de tudo, já está sob nova direção, com projetos permanentes e eficazes, para recuperar sua crise financeira, com grande possibilidade de ser efetivadas as reformas política e previdenciária, robustecendo ainda mais o valor do governo Temer.

Como no jargão popular “cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém”, é melhor evitar a presença da afastada presidenta Dilma (e ela deseja), na inauguração dos Jogos Olímpicos, Rio de Janeiro, sob pena de receber retumbante vaia e ficar envergonhada diante de um público de turistas e brasileiros no local. Quem viver, verá!

Nelson Nagib Gabriel, Rio Preto

Civismo

Tornei-me eleitor em meados dos anos 70. Na época, isso só acontecia aos 18 anos e como hoje, sem o título de eleitor, não se podia matricular no ensino universitário e todas essas mesmas exigências de hoje.

Só votávamos para deputados estaduais e federais e para prefeitos aqui no Interior, pois nas capitais esses eram nomeados pelo regime vigente, assim como governadores e presidentes. E desde essa época o voto era obrigatório. Havia um clima de civismo, seleção brasileira de futebol tricampeã! Ser eleitor era status cívico.

Ao mesmo tempo, havia um certo temor e respeito pelas Forças Armadas. Mas eu nunca concordei com a obrigatoriedade do voto, e me indignava mais ainda, já que se podia votar em branco ou nulo, intencionalmente. Mas sempre cumpri essas imposições da Justiça Eleitoral. Numa das últimas eleições, piorada com essa de segundo turno, cheguei perto das 18 horas para votar, e mal informado, não sabia que a votação se encerrava às 17 horas. Fiquei em desacordo com a Justiça Eleitoral.

Para regularizar essa pendência, teria de pagar apenas uma multa. Quando vi o valor irrisório que era cobrado por essa sanção, bem menor que multas como o desacordo de estacionar nas vagas da zona azul, decidi que de agora em diante, se não tivermos candidatos dignos, cordatos e que mereçam essa nossa imposição do voto, vou passar longe das urnas e pagar sem culpa essa multa. Se a moda pega, a abstenção vai ganhar disparado.

Walter José Verdi, Rio Preto

Petismo

Olha o que fez o PT. Petrobras, a maior do planeta, Correios, BNDES, Eletrobrás, Furnas, Saúde, Educação, Segurança, tudo quebrado, INSS, mal administrado, roubo, falcatruas, desvios de dinheiro público em paraísos fiscais - a Lava Jato que o diga. Desemprego de 12 milhões (mentira, quase 20 milhões), empresas fechadas (quase 200 mil) e tem gente dizendo que não. Petistas estão na teta ou querem a teta. Pelo amor de Deus, e do nosso Brasil, chega!, vamos trocar tudo, precisamos ser representados. Isso que está aí já teve as suas chances, chega.

João Antônio Júnior, Rio Preto

Demagogia

Vi a senadora Ana Amélia discursar na TV Senado a respeito da prisão do ex-ministro Paulo Bernardes, dizendo: "A lei é igual para todos"(...) Mentirosa e demagoga. Ela sabe muito bem que a lei é igual para todos, desde que seja contra o PT.

Nunca vi, nem ela nem seus comparsas, dizer isso quando se trata, por exemplo, de Paulo Maluf, do PP, seu partido; do FHC - privatizações inexplicáveis; do Serra, lavanderia no Caribe; família Covas - rodovia Washington Luís; Aécio, e muitos outros, envolvidos no mensalão mineiro, metrô, etc..., do PSDB; caciques do PMDB, envolvidos na Lava Jato e muitos outros que, quando denunciados, vai tudo para o arquivo morto.

A propósito, acabo de ouvir a advogada Janaína denunciar que bancos estatais foram usados. É verdade, um deles foi o Banespa, que foi saqueado pelo governo do PMDB, depois passado ao governo do PSDB - Covas, que, num gesto covarde o entregou ao governo federal FHC, que o entregou de presente para o Santander.

João Marani, Rio Preto

 

Cartas

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