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Diário da Região

10/09/2016 - 00h00min

Cartas do Leitor

Resposta

Cartas do Leitor

Resposta

Em relação à carta do leitor Paschoal Pagliaro Júnior, publicada na edição desta sexta-feira (09/09), a SSP esclarece que desenvolve ações para combater esses crimes e já reduziu em 58% as ocorrências no Estado, no primeiro semestre do ano, em comparação com o mesmo período de 2015. Foram 66 casos em 2016, contra 157 em 2015. As polícias paulistas realizam ações de inteligência e policiamento preventivo no combate ao crime. Somente no primeiro semestre deste ano, houve 1.224 prisões na cidade de São Jose do Rio Preto.

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Segurança Pública

Dilma

Nestes dias, o Brasil chora seu impeachment, o golpe que lhe foi imposto pelas oligarquias retrógradas e conservadoras deste Brasil, remanescente dos palácios imperiais do mundo antigo, dos feudos europeus medievais, da casa grande dos engenhos brasileiros, das mansões dos bairros nobres deste país. O fatídico dia, tristonho e chuvoso, se juntou à nossa dor e ao nosso sofrimento, porque vimos sua condenação, absolutamente imerecida e injusta, sem crime e sem atitudes inconstitucionais.

Somos agora milhões de brasileiros, sem saber o que nos virá... Ou pior, sabendo, prevendo o que nos virá! Somos milhões de brasileiros que vemos nossos sonhos sendo frustrados, nossas expectativas sendo pisoteadas, nosso empoderamento sendo esfacelado.

Sim, Presidenta, nosso empoderamento está sendo esfacelado, pisoteado junto de seu mandato legítima e democraticamente alcançado pelo voto popular, soberano e intransferível. Isso porque os progressos que vimos acontecer nos últimos anos, que mudaram o rosto, a vida e o destino dos brasileiros, já estão sendo deixados de lado e abandonados por aqueles que jamais, em tempo algum, admitiram a igualdade de todos diante da lei e o acesso absoluto de todos a todos os direitos.

Marcus Alexandre Mendes de Andrade, Rio Preto

Mãe

Seis meses de um amor construído. O amor de mãe para mim è assim construído devagar, aos poucos, por etapa, dia após dia. Hoje posso dizer que a minha filha me ensina muito mais do que eu como mãe à ela.

Um dos maiores questionamentos que eu tinha quando estava grávida era o por quê de não estar sentindo a tal felicidade plena, o amor que transborda, amar loucamente desde o resultado positivo até o nascimento, que dirá entender a frase "Quando nasce um filho, nasce uma mãe ". Procurei isso dentro de mim diversas vezes e não achava. Cheguei a pensar que não seria uma boa mãe por causa disso, besteira da cabeça da gente.

Com o passar os meses, 500 mil dúvidas na cabeça, outras milhares de coisas para resolver, você se dá conta que o amor de mãe vem aos poucos, junto com o crescimento da barriga, as consultas médicas, os ultrassons (como eu amava isso! Ver a nossa filha crescendo), as conversas com outras mães já experientes, familiares, ou até mesmo com as de primeira viagem como eu.

Eu tinha tanta curiosidade para saber como ela seria, se teria os meus olhos ou o pai, o tipo e cor de cabelo, tamanho, peso e por aí vai. Sei que pedia todas as noites por um bebe calmo e feliz, graças a Deus ele me ouviu e ela veio assim. Tinha trauma de tanto que ouvi da minha mãe que eu chorava direto e só fui dormir com 11 meses.

No dia em que a Ligia nasceu eu estava com a mesma curiosidade, não parava de perguntar durante a cesárea se já dava para ver, se estavam tirando a bebê e quando me mostraram achei a coisa mais linda do mundo aquele bebê cabeludo. Lembro que perguntei para o meu pai e para a Fabia "Com quem ela parece?". Digo que em todas as etapas o amor estava lá, sempre esteve.

Ana Carolina Gama, Rio Preto

Vida

A morte, quando acontece de forma natural, não significa desvalorizar a vida, porque ela faz parte da história de cada ser humano. Podemos entendê-la (a morte), conforme a bíblica, como caminho de purificação, de salto para a eternidade ou a plenitude de vida, que só acontece no encontro definitivo com Deus. “Não quero a morte do pecador, mas que ele se converta e vida” (Ez 18,23).

A vida é a superação da morte. Ela é um dom que plenifica sua existência e lhe dá as possibilidades necessárias para a pessoa ser feliz. Com uma facilidade quase natural o indivíduo perde sua capacidade de convergência, ou de realizar aquilo que ajuda na própria integridade pessoal. Por isso, é sempre importante realizar o retorno para objetivos que ajudam na qualidade de vida.

O amor de Deus, em relação à vida, é incisivo, mas depende dos compromissos que temos como defensores dos princípios que a conservam. Só o fato de pouco investimento e má administração no setor da saúde pública já é indício claro do desrespeito para com ela e a desqualifica. No Brasil essa realidade é gritante, corroborado com um saneamento público de proporções lastimáveis.

No Evangelho Jesus fala da ovelha ou da moeda perdida e investe tempo para encontrá-las. Fica alegre quando as encontra, pois se colocou a serviço delas, porque são importantes dentro do conjunto e da totalidade de seus bens. É como centrar esforços para defender quem está nas periferias de sua existência, na falta de saúde, de vida digna, de pobreza e sem condições reais de vida.

Dom Paulo Mendes Peixoto, arcebispo de Uberaba, ex-bispo de Rio Preto

Professores

O professor fica acuado e sem ação perante adolescentes marginais, isso por que esses podem se referir ao educador com palavras de baixo calão, ameaças e xingamento, pois são garantidos pelo Estatuto da Criança, nas escolas particulares ocorrem praticamente as mesmas coisas, humilhação do profissional por parte de pais, patrões e alunos.

Se um professor é agredido ou ameaçado e recorre ao dono da escola o que ele ouve é “melhor ficar calado, pois eles pagam seu salário” fato que acontece com grande naturalidade e por diversas vezes.

Quando o professor toma uma atitude mais severa, como retirar o aluno da sala devido a um ato de desrespeito, o culpado não é o aluno e sim o professor por ter constrangido o mesmo. Dessa forma, a legislação protege somente uma parte, ou seja, somente o aluno sofre constrangimento, e o professor, não sofre?

Martins Júnior, Rio Preto

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