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Diário da Região

10/06/2015 - 00h09min

Cartas do leitor

Palestra

Cartas do leitor

Em resposta à carta do leitor publicada no dia 7/6: Sergio Luiz de Vasconcellos, associado palestrino nº 514, de forma respeitosa se manifesta em relação à diretoria do Palestra e seu presidente, argumentando que o negócio ora em fase de análise da venda de terras do clube de campo na sua opinião (a qual respeitamos) não é favorável ao clube. A diretoria convida o nobre associado para que compareça em reunião no dia 11 de junho, às 19h na sede social, para tomar conhecimento da íntegra da negociação que está sendo feita. E também para prestarmos esclarecimento ao associado sobre a atual gestão do clube, e se necessário também de gestões anteriores. Também fica convidado qualquer associado que se demonstre interessado em tomar conhecimento da negociação, bastando para isso entrar em contato pelo telefone 4009-9052 e se inscrever para participar da reunião. É de se esclarecer ainda que só serão inscritos os dez primeiros interessados (espaço físico limitado). Com essa atitude mais uma vez a diretoria busca demonstrar a transparência, que é o norte de sua gestão.

Jorge Menezes, presidente do Palestra, Rio Preto

 


Justiça restaurativa

Na Coluna do Diário, do jornalista Rodrigo Lima (7/6), foi noticiado que a Defensoria Pública apresentou um projeto ao Juiz da Infância e Juventude de Rio Preto, Evandro Pelarin, para que seja implantada a Justiça Restaurativa nas escolas com alto índice de violência. Isso, aliás, já está sendo feito no município de São Paulo através da Secretaria Municipal de Educação. Conhecendo o assunto, desde que participei do curso de capacitação para facilitadores do programa, oferecido pela Pastoral Carcerária, não tenho dúvidas de que esse novo método de Justiça, a começar nas escolas, será o caminho mais justo e adequado para toda a sociedade. Inclusive, enviei sugestão a um vereador de Rio Preto para que propusesse tal programa em nossa cidade. Para melhor compreensão do assunto, dizemos que a Justiça Restaurativa consiste na mediação do conflito entre vítima e ofensor. No mesmo ambiente, com segurança jurídica e física, com o auxílio de um mediador, ambos buscam uma solução aceitável para a reparação dos danos causados. 

José Vicente Berenguel, Rio Preto

 


São Marcos

Li no Diário (6/6) a reportagem Unidos do São Marcos, do jornalista Elton Rodrigues. Quero parabenizá-lo pela ótima matéria. Parabenizo os moradores do São Marcos pelo carinho que têm para com a natureza e não medem esforços para tentar despoluir o córrego dos Macacos. Bem como o empenho que fazem para transformar a área num bosque para uso comunitário. Faço votos que o secretário do Meio Ambiente, Clinger Galhiardi, auxiliado pelos alunos de arquitetura da Unirp, levem adiante essa magnífica ideia dos moradores do bairro São Marcos.

Cidinha Donaire de Mello, Rio Preto

 

São Deocleciano

Achei deselegante a matéria de capa do Diário, ''Vizinhança rica ajuda antigo bairro pobre a subir de vida'', no caso, o São Deocleciano. Será que ter um conjunto de casas cercada por muros é sinônimo de riqueza? Todos os Belvederes e Parques da Liberdade 1, 2, 3, 4, 5, são conjuntos de casas em série e financiadas. A tendência hoje é a descentralização e quase todos os bairros são independentes pois possuem seu comércio próprio para facilitar aos moradores. O caos que está no trânsito no São Deocleciano é porque todo o tráfego que vai para Talhado, para as 2.500 casas construídas lá, foi desviado para dentro do bairro para evitar congestionamento no trevo e rodovia. Bairro sem estrutura é aquele que não tem escola, posto de saúde, supermercados, farmácias. igrejas, padarias, etc. E aqui, muito antes disso tudo, já tinha.Bairro pobre é desprovido ou mal provido do necessário; de poucas posses; que não tem recursos próprios. Mais respeito aos moradores do São Deocleciano. 

Aparicio Guilherme Queiroz Oliveira, Rio Preto

 


Maioridade 1

É claro que se perguntarem sobre a diminuição da maioridade penal, a maioria vai dizer que é a favor. Porém nem tudo que parece ser, é.  Para que esse procedimento funcione e para diminuir a criminalidade seriam preciso cadeias aparelhadas com escolas, profissionais e oficinas, e o uso da laborterapia, para reeducar o adolescente; aliás, para todos os detentos, - o que não há. De que adianta prender se a cadeia é a melhor escola para o crime? Irão entrar como aviãozinho, aprendiz de teco-teco, e sairão pilotos de Boeing com mestrado e pós-graduação após alguns poucos anos. Além de um curriculum invejável no mundo do crime - bem piores do que entraram. Usam esses menores de 18 anos para o crime? Usarão os menores de 16 ou 14 anos. Não existem cadeias o suficiente para os criminosos já encarcerados. Querem aumentar ainda mais esta população? Se fôssemos um país mais estruturado, acho que seríamos todos a favor dessa diminuição, porém, do jeito que é, fica difícil. Temos no País entidades responsáveis por menores infratores, como a Fundação Casa no Estado de São Paulo, que poderiam se organizar e prestar melhores soluções.  Talvez uma mudança na legislação que infelizmente esbarra na má vontade política.

Cesar Maluf, Rio Preto

 


Maioridade 2

A redução da maioridade penal é apontada como a solução para controlar jovens que praticaram algum crime. Mas os parlamentares não analisam a realidade, ou seja, o percentual de jovens ainda é pequeno se comparados aos demais criminosos. E mais, por que não é avaliada a importância da criação de programas de educação e mesmo de trabalho para esses jovens? Não se pode pensar apenas em medidas repressivas.

Uriel Villas Boas, Santos

 

 


Cartas: 

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

 

 

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