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Cartas do Leitor

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Cartas do Leitor


    • São José do Rio Preto
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Não importa se você está a pé, de ônibus, motocicleta ou carro último tipo, o caso é que a cidade de Rio Preto tem um duplo desafio pela frente: desatar os nós que impedem a circulação dos veículos e das pessoas em suas vias urbanas e ao mesmo tempo proporcionar mais segurança para todos, pois, mais que causar irritação e cansaço nas pessoas, o trânsito sobrecarregado causa prejuízos de ordem social, econômica e envolve diversos aspectos, da expansão ao progresso da cidade.

De um lado temos o Consórcio Riopretrans, formado por duas empresas concessionárias, o Expresso Itamarati e a Circular Santa Luzia. Juntas comportam uma frota de 325 ônibus. De outro lado, aproximadamente 366 mil veículos disputam o mesmo trânsito. O problema é que a cidade não tem sustentação para tamanha demanda, e sofre os impactos negativos de sua infraestrutura caótica.

Enquanto isso, a atual gestão vem promovendo uma série de empreendimentos e parece não levar em conta seus efeitos colaterais e muito menos a opinião pública, no que concerne o planejamento da mobilidade urbana. Vejamos a construção dos corredores de ônibus: eles sempre circularam por nossas ruas e avenidas, e, somente agora, no final do mandato, o poder público percebeu a necessidade de faixas exclusivas para justificar seus gastos? Serão 42 quilômetros de corredores e, ao longo dos trajetos, 111 pontos de ônibus.

Além de ser uma imposição, sem consulta isenta dos institutos técnicos, temos ainda a questionável escolha do local da nova rodoviária, chamada de Estação Central Parque, que contraria todas as tendências mundiais para descongestionar o centro das grandes cidades. Seu investimento inicial estimado é de R$ 63 milhões, e a cidade pode pagar muito caro por isso.

Os dois exemplos se consolidam na evidente falta de planejamento municipal, escancarada há tempos, em vista do mau desempenho da faraônica obra antienchente. Com custo inicial de R$ 125 milhões, ao que tudo indica a obra antienchente deve superar os R$ 160 milhões até sua conclusão, prevista para 2017.

Estamos diante de um paradoxo. Fato é que nenhuma solução germina de um único Plano de Mobilidade sem cheiro de manobra política. Rio Preto carece de mais sinergia entre as práticas públicas porque o povo está farto de ser tratado como mero coadjuvante pelo poder executivo.

Os tempos atuais exigem resultados efetivos e inteligentes para os futuros deslocamentos da população. Mas como alcançar tais propósitos se executar obras por aqui se tornou o fim e não o meio para melhorar a qualidade de vida dos rio-pretenses?

Olavo Tarraf, Rio Preto.

 

Rotatória

Tenho notado o plantio de arvores por toda Rio Preto e vejo a forma desleixada que elas são plantadas sem o mínimo critério. Fazem um buraco plantam sem uma adubação e deixam a deus-dará.

Isso está acontecendo na entrada do São Deocleciano, estão fazendo um amontoado de arvores e muitas já estão seca. Furam um buraco e joga lá e pronto. Fizeram um enorme rotatória íngreme e, por incrível que pareça, estão enchendo a rotatória de árvores. Se todas vingarem, quem estiver na rotatória não terá visão de nada.

Liguei a Secretaria de Trânsito para saber se era correto esse tipo de procedimento a atendente me disse que teria que ir lá pessoalmente fazer a reclamação e preencher um formulário. Pergunto: para que atendente ou o responsável se não resolvem nada? Dessa maneira ninguém terá a oportunidade de reclamar ou alertar de um fato. Fica o alerta, naquele lugar não é indicado para plantar tantas arvores, pois num futuro próximo poderão ocorrer acidentes por falta visão.

Está alertado e ainda está em tempo de arrumar. Tem tanto lugar para plantar árvores, mas querem reflorestar uma rotatória. É só ver para crer.

Aparício Guilherme Queiroz, Rio Preto.

 

Governo Edinho

Vamos ficar de olho na montagem do esquadrão do próximo governo municipal, primeiro, segundo e terceiro escalão. Sr prefeito eleito Edinho, vamos pensar em cargos técnicos, com pessoas técnicas e não apadrinhados, e nem aqueles que foram recusados nas urnas. Vamos pensar em mostrar que em Rio Preto será diferente, secretarias só com técnicos responsáveis e honestos, transparentes. Sendo assim agindo assim, tenha a certeza sr. prefeito, que nas próximas eleições o sr será lembrado. Chega de negociata por cargos, assume somente quem tem competência. Sr prefeito, estamos de olho.

João Antonio Pereira Junior, Rio Preto.

 

Valetas

Seguramente, a pessoa que desenhou o projeto de valeta em Rio Preto, é uma pessoa infeliz, muito infeliz e triste. O que vemos em Rio Preto beira a burrice. A cidade possui incontáveis valetas mal feitas, pessimamente construídas, que claramente tem um objetivo mesquinho: reduzir a velocidade.

Esqueça essa de que elas foram feitas para escoar água da chuva. É mentira! Essas porcarias, imprestáveis, mesquinhas, danosas, foram feitas para reduzir a velocidade dos carros e quem não as respeita vai se estourar nela! Eu já caí em muitas, agora feitas mais curtas e mais fundas, aparecem de repente diante do motorista e o estrago está feito. Infeliz quem a projetou. Desgraçado quem a implantou.

Ilegais, são ignoradas pela justiça. São ilegais porque não estão previstas pelo Contran. E a Prefeitura as faz aos montes, cinicamente, sob alegação de ajudar no escoo das águas, o que é uma grande mentira. E tem as malditas valetas feitas em diagonal na pista, que faz o carro chacoalhar todo e jogam seus ocupantes de um lado para outro. Um grande absurdo! E o tal discurso de escoamento torna-se falso uma vez que força a água das chuvas a chegarem mais rápido nas partes baixas da cidade, causando alagamento, causando enchente.

As malditas valetas ilegais deveriam ser substituídas imediatamente por sarjetões, que acompanham o relevo projetado da rua, não tem a vala profunda, sem risco nem prejuízo a ninguém. As malditas valetas são imprestáveis, ilegais, danificam carros e machucam pessoas. Espero, firmemente, que isto seja corrigido e extinto nesta cidade, por favor.

Antonio Celso Tomaigho, Rio Preto.

 

Cartas

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: [email protected]