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Diário da Região

25/10/2016 - 00h00min

Cartas do Leitor

Mestre

Cartas do Leitor

Meu ex-aluno Dirceu Ortega Marques faz referência a meu nome e de outros professores, que lecionaram no Colégio Pio X e no Tema, agradecendo “a todos os citados e aos que não lembrei, mas estão na moldura da alma, por gratidão”. Agradeço de coração ao ex-aluno Dirceu pela referência a meu nome, quando lecionava português no Colégio Tema, na Avenida da Saudade.

Na mesma página, também meu ex-aluno, hoje advogado, Paulo César Baria de Castilho escreveu substancioso artigo, cujo título é: “Para que serve o STF”.

O ilustre ex-aluno, bastante conhecido, de capacidade comprovada, fala sobre a prisão do ex-deputado Eduardo Cunha, que o douto juiz Sérgio Moro mandou prender, a pedido do Ministério Público, em apenas uma semana, dizendo que o processo ficou parado na mão do ministro Teori Zavaski por muito tempo sem tomar medida. Critica com absoluta razão a injustificável demora do STF em decidir processos referentes à Lava Jato, estando entre eles personalidades que ocupam altíssimos cargos nesta República.

Peço vênia ao laureado ex-aluno, não só para elogiá-lo, mas principalmente para acrescentar que o próprio STF, segundo a Constituição Federal, é o guardião do cumprimento de leis e que os processos não podem durar ad aeternum, estando esculpido na própria Constituição que todo processo judicial deve ter duração razoável.

Isto quer dizer que o próprio STF não cumpre a Constituição Federal, o que é lamentável.

Realmente, a inércia a que se refere o causídico causa revolta e falta de transparência no andamento do processo, que significa “andar para frente”, em termos populares.

Silvério Polotto, Rio Preto

 

Desafios

Quando o impeachment da então presidente Dilma deixou de ser assombração e tornou-se realidade, ela disparou: Venha me tirar!

Desafio feito, desafio aceito! e "tchau querida". Aí resolveu se aposentar, e através de expedientes pouco dignos - talvez suborno - seu pedido já se iniciou no primeiro lugar da fila, em prejuízo de centenas de necessitados que ela sempre prometia defender.

Resultado: os funcionários envolvidos foram afastados de suas funções e seu processo de doce aposentadoria passou a alvo de sindicância pelo INSS.

E Lula, recentemente alvo de uma avalanche de denúncias do MPF, vociferou: “Corrupção? Provem que vou a pé para ser preso!” Desafio feito, desafio aceito: virou réu em mais um processo, o terceiro por enquanto, e ganhou um lugar na agenda do doutor Sergio Moro.

Uma parte dessa quadrilha já está cumprindo pena e outra parte está na fila e quem sabe, puxada por Erenice Guerra. Se Lula está realmente disposto a cumprir a promessa, é bom já deixar de sobreaviso um bom podólogo. As provas que ele exige só são necessárias por formalidade jurídica, porque no conceito da opinião pública são absolutamente inócuas. Tá na cara.

Ambos, Lula e Dilma acabaram por dizimar o seu PT, e de cambulhada, derrotaram seus próprios candidatos. São as voltas que ironicamente o destino dá.

Odilon Ismael, Rio Preto

 

Farra

Agora são dois os investigados pelo Ministério Público, acusados de receber salários e não prestar trabalhos no interior da Câmara de nossa cidade.

A apuração dos fatos está sendo conduzida pelo Ministério Público, conforme publicou o Diário da Região, na edição de 20/10.

A denúncia foi apresentada junto ao órgão competente pelo vereador Rillo, após não receber apoio da maioria dos seus colegas no plenário, resultando no arquivamento do processo.

Porém, o Ministério Público, amparado em provas, como fotos e outros elementos, de imediato instaurou um procedimento investigativo para a apuração dos fatos.

Parabéns ao promotor de Justiça, Carlos Romani, que está se empenhando para que o caso seja esclarecido. Afinal, nosso país precisa mudar.

Milton Roberto Zanatel, Rio Preto

 

Cunha

Eduardo Cunha e família deram uma entrevista ao jornalista Roberto Cabrini (Conexão Repórter - SBT, 11/9/2016). A imagem de pai, homem de família, religioso, ‘duro quando tem que ser’, segundo o filho e ‘zeloso, criou a gente para o mundo’, conforme uma das filhas, contrasta com a do político que carrega contra si acusações de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e falsidade ideológica

‘O que te fez se apaixonar por ele?’ A esposa responde: caráter, sinceridade e inteligência! Deus do céu! - ficaria melhor ter respondido a beleza! Vá lá, é sua família - dizem que o amor é cego mesmo!

Comparam Cunha a Frank Underwood, o hollywoodiano presidente dos Estados Unidos de House of Cards, série da rede Netflix. Discordo, no cerne ficcional suas caminhadas nos corredores do Congresso lembram mais Oswald Chesterfield Cobblepot, de Gotham. Coloquem em Cunha uma cartola, deem-lhe uma bengala e ponham-no a andar.

Na realidade, Cunha é Cunha e, esta semana, com sua prisão, o personagem começa a ter o desfecho que agradará a audiência e a crítica. Merecido!

Arthur Merlotti, Rio Preto

 

Profissão lobista

No artigo Lobby para todos (Veja, 26/10), Sérgio Lazzarini sugere legalizar a função do lobista. A palavra inglesa “lobby” literalmente significa ante-sala, lugar de espera para conversa com gente influente.

No sentido pejorativo, o lobby indica grupos de pessoas (panelinhas ou igrejinhas) que interferem nas decisões do Poder Legislativo, Executivo e até Judiciário para defender interesses de empresas, sindicatos e outras corporações.

A ideia do articulista seria legalizar a função de lobista para torná-la uma ferramenta democrática, aberta à discussão pública sobre méritos e custos de cada proposta ou projeto de lei, utilizando os recursos da internet.

Para tanto, o lobista deveria ter um registro e uma remuneração. Voltaríamos ao tempo dos “despachantes”, aumentando a burocracia e os custos sociais.

Salvatore D' Onofrio, Rio Preto

 

Cartas

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: [email protected]

 

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