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Diário da Região

07/09/2016 - 00h00min

CARTAS DO LEITOR

Lulopetismo

CARTAS DO LEITOR

Com a deposição, quase expulsão da sra. Dilma do poder, a paulada atingiu em cheio o lulopetismo, cuja nação estava anestesiada desde 2003, com a chegada do fantoche Luiz Inácio Lula da Silva ao poder.

A partir de agora será possível entender como foi possível que tantos tenham se deixado enganar por um charlatão que jamais se preocupou com o país, pois, seu projeto era ele mesmo, um demagogo que explorou de forma inescrupulosa a imensa pobreza nacional para se colocar acima das instituições democráticas por aversão à democracia.

Esse ser acabou destruindo sua própria sigla, com sua nefasta política de corrupção e inépcia. Sua arrogância chegou a ponto de humilhar os brasileiros honestos, elegendo o que ele mesmo chamava de "poste", tamanhas eram a nulidades políticas que alçavam cargos apenas para demonstrar sua estupidez e seu carisma.

Com exceção dos que perderam a capacidade de pensar ou dos que tinham alguma boquinha em estatais, os cidadão reservam, doravante, o mais profundo desprezo e indignação à sigla criada por esse ser debochado e pernicioso.

Oxalá o cidadão brasileiro acorde, pois tudo que eles idealizavam foi por água abaixo. Só restou uns assalariados do partido (sobrou muita grana por lá) fazendo arruaças em praças públicas, quebrando vidraças e pondo fogo em carros (não deles, evidentemente). São pessoas da CUT, do MST que, em tão errada hora estão colocando suas manguinhas de fora.

Pergunta-se: a CUT que nunca fez uma manifestação sequer contra os 12 milhões de desempregados pelo PT, por que isso agora? Eles deviam ir "lamber sabão" para limpar suas entranhas e ajudar na composição do país destruído pela incompetência dessa gente desajuizada. Deus nos livre dessa gentalha desprovida de cérebro!

Armelindo Pestile, Tanabi

Voto

Se cada cidadão brasileiro soubesse a importância do voto e as sérias consequências futuras que podem acarretar/pós eleição, durante o mandato do eleito, seja para prefeito ou vereador, pesquisaria com detalhes o seu possível candidato, especialmente neste momento que às urnas pedem e exigem, nos representando, gente de índole indiscutível, preocupada com um melhor bem estar das pessoas.

Votar bem é: pesquisar o candidato que estava no legislativo e de que forma trabalhou na Câmara Municipal nesses últimos quase 4 anos, se atuou mais no time focado nos interesses da população ou jogou na equipe contrária? Estar informado do seu grau de escolaridade, ou seja, sabe ler, entender e escrever?

Por que pretende ser candidato a prefeito ou vereador? Quais são os seus projetos? Quanto pretende gastar na campanha? Durante 4 anos vai receber como vereador aproximadamente R$ 300 mil de salários. Então, por que vai gastar na campanha, repetindo.... por que vai gastar na campanha R$ 700 mil, R$ 800 mil, e, segundo escutamos por aí, em rodadas de bate papo, alguns candidatos a vereador gastarão mais de R$ 1 milhão.

Por isso munícipe, avalie o seu candidato, não vote por amizade, por dinheiro, por promessas, por brindes, por troca de favores, porque lá na frente, pode ter certeza, o impacto gerado pelo seu voto mal pensado, pode afetar inclusive, em alguém da sua própria família, amigos, conhecidos, da seguinte forma: ruas esburacadas com perigo de acidentes, transporte coletivo caótico, com gente se espremendo nos ônibus lotados, falta de atendimento médico qualitativo, cultura sem apoio, uniforme escolar que não chega, falta de vagas nas creches, enfim.

O meu, o seu, o nosso voto é uma “arma” que ajuda e pode modificar o jeito de gestão de uma cidade, tanto no legislativo como no executivo. Seja inteligente, olho neles! Voto certo, retorno positivo garantido!

Antônio Carlos Novaes Filho, Rio Preto

Independência

Velhos tempos, belos dias aqueles que tínhamos algo a comemorar no 7 de setembro! Equivocados ou não, me lembro bem dos grandes desfiles no tempo que cursava o Ensino Fundamental em Campinas, adorávamos marchar atrás daqueles soldados solenemente trajados, dos tanques de guerra, da cavalaria e tudo nos parecia realmente que a liberdade estava descortinada para o povo daquela época.

Os desfiles foram perdendo a pompa assim como o país já não se mostra mais independente, pelo menos o termo não condiz mais com os acontecimentos que ora presenciamos nesse nosso “Brasil de um sonho eterno”. Havemos de convir que realmente estamos acorrentados nas mãos de um poderio que ora se mostra como defensor da verdade e da justiça, por outras vezes aparece no cenário como réu sendo julgado pelo dinheiro que deixou escorrer nas mãos de corruptos e enganadores.

Quantos são e até onde podemos enumerá-los se estão escondidos atrás de falsas ideologias tantos golpistas que o povo sequer pode imaginar? Vemos nosso país totalmente amarrado no desvio do dinheiro público que facilmente se devolvido com a devida urgência, nos tiraria da crise que estamos mergulhados, do sofrimento financeiro que isso está nos causando e da vergonha que representamos perante os demais países.

E o povo continua se equivocando com valores antes nunca conhecidos, como os programas criados pelo governo para camuflar o que realmente acontece nos bastidores da nossa tão sonhada independência. Sabemos bem que nada paga o salário fruto do nosso trabalho se dignamente gerado dentro do país, do que precisamos é da oferta de trabalho, não dessa escassez e do número elevadíssimo dos brasileiros desempregados.

Onde precisamos buscar essa tal liberdade tão sonhada, inclusive na letra do nosso Hino Nacional? Será nas urnas eletrônicas por ocasião das eleições? E aí sinceramente depois de tudo o que já presenciamos, será que ainda podemos acreditar nos resultados que elas nos apresentarão?

Angela Perozin, Rio Preto

Painel

Nostálgica, sensível, deliciosa. Adjetivos mil para a linda crônica do domingo de José Luis Rey no Painel de Ideias (“Sinfonia urbana de outros tempos”). Parabéns e que venham outras para nosso enlevo.

Wilson Daher, Rio Preto

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