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Diário da Região

29/03/2015 - 02h43min

Cartas do Leitor

Leitores

Cartas do Leitor

Li indignado o que escreveu o senador Aloysio Nunes Ferreira, no Diário (13/3). Ele entrou em nossos lares, através da TV, e pediu humildemente emprego de senador, o que lhe dá o direito de votar leis no Congresso, porém chamou para si o direito de se proclamar estarrecido pelo entendimento do arquiteto Felício Siqueira sobre a verborreia bradada por esse político. O povo é que está estarrecido com o linguajar chulo, usado pelas excelências. 'Sangrar' é um termo marginal, que, se é usual no Senado, a nós, gente de bem, assusta!

Norberto Carlos Dieguez, Rio Preto

 

Quaresma

Estava eu conversando numa roda de amigos, cuja discussão girava em torno das questões da violência e da criminalidade. Ouvindo os vários comentários e opiniões, expunham seus sentimentos de desamor, próprios de quem guarda mágoas em seu coração. Opiniões que elucidavam favoráveis à lei de talião, do "olho por olho, dente por dente". Pessoas que se consideram cidadãos de bem e até se dizem cristãs, mas que naquele bate-papo expressavam suas revoltas e seus medos diante dos fatos muito bem dramatizados pela mídia, alusivos a assaltos, sequestros, homicídios, etc. Foram vários os casos tratados naquela oportunidade, os quais suscitaram as mais diversas opiniões, tais como: "Tem que prender esses bandidos e deixá-los morrer na cadeia, sem nenhuma assistência." Em meio às discussões, resolvi opinar, o que de certo modo incomodou a alguns, pois enquanto eu falava, citando passagens da vida pública de Jesus, pude sentir o desprezo no olhar daqueles que se dispunha a julgar os criminosos. Sem hesitar, falei algo novo para a maioria, referindo-me à necessidade de uma justiça restaurativa, ao invés da aplicação da justiça unicamente punitiva, tal como a prática de Jesus. Lembrei-me das passagens do Evangelho: da mulher adúltera, da samaritana, de Zaqueu. oncluí que nós, humanos, às vezes nos comportamos como as galinhas, que ao encontrar aquela doente, ferida no galinheiro, atacam com bicadas até matá-la de vez.

José Vicente Berenguel, Rio Preto

 

Obras

A retirada da ferrovia de dentro das cidades aqui e em Catanduva, que todos querem, é praticamente impossível. Não entendo porque o povo pensa em resolver as coisas do modo mais difícil. Os políticos querem mesmo é fazer política, pois há meios mais fáceis, como construir um viaduto nas ruas General Glicério e Bernardino, desviando o trânsito sobre a linha férrea. Ou colocar trens de passageiros que são curtos e passam só em horários determinados. O transporte de cargas seria feito por caminhões dando mais empregos para caminhoneiros. Apesar da necessidade de um novo terminal urbano, sou contra a construção na Praça Cívica. Na cidade, há muitas áreas vazias, que podem ser adquiridas, inclusive na Anchieta, onde resido.

Leonildo Berti, Rio Preto

 

Câmara 

Irei começar explicar a etimologia da palavra vereador. Para Houaiss (2001), a etimologia é "verear" + sufixos (or, ção, etc.). E para "verear", do português arcaico veréa, por vereda + ar: que significaria "legislar ou administrar (algo) na qualidade de vereador". Entretanto, outros autores apontam a possibilidade de "vereador" ser uma contração de "verificador". Isso é, atualmente na Câmara de Rio Preto, temos o vereador Renato Pupo como verificador, Marco Rillo e não me lembro de outro, se existir será mais um. Nossos vereadores acham que a Casa é lugar de monções, isso é em palavras chulas puxar o saco de algumas pessoas, não que não mereçam. Não é por causa de merecimento é por causa da causa. Qual a função do vereador? Verear: verificar. Lamentavelmente, isso não ocorre, pois há uma politicagem de interesse pessoais. Precisamos mudar isso como? Cobrando, verificando e fazendo nossa parte como munícipes. Pois se na atual circunstância dependermos da nossa Câmara, fatalmente seremos passados para trás. 

Eduardo de Paula Campos Pereira, Rio Preto

 

União estável

É estarrecedor, senão escabroso, o que se passa nos bastidores do cenário político local, em torno de um amor ardente e juramentado pela fidelidade, do eterno romance. É o que se pode deduzir pela união da política na modalidade estável e aconchegado nos braços e afagos do rei, com um valentão e brigão espécie de homem, um sub-produto da política refugado pelo voto. Por este idílio tão fiel, não há barreiras que impeçam seu retorno ao Legislativo, como suplente de vereador, ou para ocupar um cargo, talvez, de secretário na administração sem nenhuma qualificação e aptidão. É o que se comenta e tem divulgado a imprensa.É crueldade demais a postura deste mentor da desordem, como são suas recorrentes estripulias no Terminal Urbano, provocando pânico aos usuários do transporte coletivo, mas para o suposto e amado do amigo, são pequenas rusgas incapazes de embaçar o brilho das suas tétricas consequências e imoralidade de tão deprimentes fatos e atos. Pois é, como dizem, o amor é cego e o caso é típico. Esta união estável se consumará em casamento, no regime da comunhão total dos interesses dos nubentes. E que se danem os munícipes.

Antonio Luiz Pimentel, Rio Preto

 

Cartas: 

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