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Diário da Região

09/09/2015 - 01h12min

Cartas do leitor

Kênia

Cartas do leitor

Só quem teve a oportunidade, o privilégio, de conhecer e manter uma relação de amizade com Kênia Garcia sabe da pessoa maravilhosa que era ('Tragédia em Paraty, luto em Rio Preto', 8/9). Era a alegria em pessoa, que contagiava a todos ao seu redor; era responsável e desempenhava com amor as tarefas confiadas, no trabalho e nos estudos.  Cheia de vida, entusiasta, partiu tão cedo, deixando-nos a dor da separação que fere e nos embarga a voz fazendo nossos olhos transbordar em lágrimas. Conforta-nos o fato de crermos num Deus maravilhoso, misericordioso, soberanamente bom e justo e que dará a cada um conforme suas obras e a todos nós amigos, seus pais e demais familiares a certeza da boa semente plantada na sua passagem entre nós. 

Candido Eduardo Gonçalves, Rio Preto

 

Impostômetro

Sobre impostômetro, gostaria de compreender melhor a divisão do arrecadado, quantos são municipais, estaduais e federais. Dos municipais, quanto por cento a Prefeitura destina para a Câmara e para pagamento dos servidores? Dos estaduais, quanto por cento do arrecadado o governo destina para a Assembleia Legislativa e para os professores?  Dos federais, quanto por cento o governo utiliza para o Congresso Nacional, Senado, Câmara Federal, dentre outros, e quanto vai para seus servidores federais, as Forças Armadas, as instituições de ensino, aos aposentados do INSS e ao SUS (que paga 95% dos transplantes no País). Faço essas indagações porque o governo federal, que é constituído por mais da metade dos 32 partidos do País, está tão desgastado e as autoridades parecem pretender desgastá-lo mais e mais, o que me parece injusto e prejudicial à nação. Vamos separar o que é do José, do João e do Antônio e assim poderemos fazer uma avaliação imparcial. Ao fim dessa avaliação, talvez possamos saber exatamente quanto nos custam uma Câmara Municipal, uma Assembleia Legislativa e um Congresso Nacional e o porquê desse impostômetro.

Egberto Xavier de Almeida, Rio Preto

 

Ciclovia

Moro em Campinas e meus pais, aqui. Sou ciclista e quando venho para Rio Preto uso sempre a ciclovia em frente ao condomínio Damha. Sempre fiz muitos elogios a esse projeto, pois tem uma bela vista, iluminação, segurança com os guardas municipais e policiais militares, mas nesse fim de semana prolongado, fiquei assustado com o descaso com a ponte de madeira. Estão soltas, muita madeira já em péssimo estado, a ponte possui partes arrancadas, provavelmente caíram na água. Cabe à Prefeitura tomar providências para esse espaço turístico tão especial e fazer reforma e manutenção para que o cidadão e turistas continuem frequentando a área.

Amilton Luis Fim Lima, Campinas

 

Que pena

Vejam só, nem as duas autoridades máximas do município compareceram ao desfile de 7 de Setembro. O prefeito Valdomiro e o presidente da Câmara Fábio Marcondes talvez aproveitaram o feriado prolongado para curtir merecido descanso, porque ausência por motivo de trabalho não foi. Que pena.

Paulo Sérgio Delabona, Rio Preto

 

Artigo

Nós, da família Noboa, cumprimentamos o escritor e artista plástico Jocelino Soares pela bela crônica de domingo: a saga dos três irmãos que saíram da Espanha em 1905 rumo à América num momento tão difícil da história. Dois foram para Santos com destino à Santa Rita do Passa Quatro e o outro para o Equador. Anos depois, meu bisavô Vicente Noboa veio para Neves Paulista, onde tudo aconteceu e os irmãos nunca mais se encontraram, nem as famílias jamais tiveram contato.  Compartilhei pelas redes sociais a crônica de domingo com toda a família Noboa espalhada pelo Brasil. E qual foi a nossa surpresa quando o primo Alvaro Noboa, atualmente no Equador, enviou uma mensagem.  Certa vez, uma pessoa do governo brasileiro, segundo meu tio Odair Noboa, entrou em contato com a minha avó Isabel Tineo Munhoz Noboa, pedindo informações sobre os parentes que vieram da Espanha com o sobrenome Noboa. Eles foram importantes e atuantes durante a imigração e para a vinda de famílias espanholas para a América. Na época, ninguém tinha informações sobre os parentes distantes. Finalmente no ano de 2015, através da crônica publicada no Diário, os Noboas poderão se aproximar novamente. 

Sara Jane Noboa, Poloni

 

Reportagem

Parabenizo o repórter Victor Augusto pela excelente matéria veiculada no dia 5/9, Cidades, página 3B, sob o título "A difícil tarefa de atravessar ruas e avenidas". Recentemente (27/7, às 13h20), meu pai Silvério Polotto foi atropelado por ônibus da Circular Santa Luiza, quando atravessava na faixa de pedestre o cruzamento da Rua Marechal Deodoro com 15 de Novembro, no sentido do Fórum. Lamentavelmente como constou da notícia, Rio Preto possui menos de 10% de semáforos para pedestres, uma quantidade ínfima, para não dizer insignificante, dada a proporção de cruzamentos perigosos. É sabido que para atravessar as ruas centrais e avenidas desta cidade é preciso ser um verdadeiro velocista. Como não bastasse isso, não existe, em nenhum cruzamento, semáforo temporizado para pedestres, ou seja, quando o sinal fecha para uma rua, instantaneamente abre para a outra, e o pedestre não tem vez. Passou da hora de Rio Preto ter um verdadeiro engenheiro especialista em trânsito para cuidar melhor de nossa cidade, lembrando que a prioridade no trânsito é sempre do pedestre (artigo 29, § 2º do Código de Trânsito Brasileiro).

Paulo Eduardo de Souza Polotto, Rio Preto

 


Cartas: 

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2) Entregues pessoalmente no endereço acima
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