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Diário da Região

25/01/2017 - 00h00min

Cartas do Leitor

Guarda Municipal

Cartas do Leitor

Quero parabenizar a atitude dos comandantes da guarda municipal e até mesmo da prefeitura por colocar seus homens na rua. Assim, percebo que estão acontecendo fiscalizações e autuações de trânsito, pois é grande a incidência de infrações de trânsito que presenciamos dia a dia.

Esses dias, li nesse jornal a informação de um especialista dizendo que a aplicação de multas não educa. Eu, particularmente, acredito que a fiscalização efetiva alerta as pessoas e acredito que educa quando feita de forma constante e não somente com interesse de arrecadar, e em momentos oportunos.

Quero aproveitar e sugerir uma melhor atenção para a questão do som automotivo alto, pois acredito que nada ou quase nada tem sido feito para inibir essa prática.

Sugiro que a Secretaria de Trânsito apresente o números dessas autuações e sugiro também um mapeamento da cidade identificando as áreas com tais incidências, que poderiam ser visitadas constantemente pela Guarda Municipal nos momentos de maior ocorrência.

Tenho conversado constantemente com pessoas que moram em pontos da cidade e dizem que a noite toda, principalmente no fim de semana, têm o sono interrompido inúmeras vezes pela presença e trânsito de veículos com som alto.

Erasmo Dantas, Rio Preto

 

Mundo digital

As tecnologias que têm facilitado nossa relação com o mundo permitem, numa alucinante rapidez, que possamos, através das redes sociais, nos manifestar sobre os mais variados assuntos. Alguns comentários muito pertinentes, sensíveis e inteligentes. Outros, lamentáveis.

Essa história de querer saber se a massagista e sua mãe frequentavam os lençóis do dono do Hotel Emiliano e do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, é coisa de gente fofoqueira a quem importa mais o olhar atrás da porta, pela fresta da veneziana e pelo buraco da fechadura do que o que a morte do relator da Operação Lava Jato representa para a celeridade da moralização de um Brasil corrupto, que cheira a podridão.

Afinal, qual é o problema? Eram maiores de idade, vacinados e livres, sem qualquer impedimento conjugal que pudesse condená-los. Se procuravam o prazer, o faziam com seu próprio dinheiro, de origem idônea. Tinham o direito de gastá-lo como melhor lhes aprouvesse.

É menos penoso e mais compreensível, quando esse tipo de manifestação emana de uma pessoa do sexo feminino, afinal elas estão condenando um fato que amanhã poderá acontecer com elas. Mas quando se origina de um homem, que se investe de vizinha faladeira, que hipocrisia é essa? Me ocorre a história do "atire a primeira pedra". Se, nesse quesito, cada um cuidasse de seu próprio umbigo, seguramente a vida seria mais fácil para todos.

Waldner Lui, Rio Preto

 

Neo-nazista

Um racista neo-nazista como o presidente recém-empossado dos Estados Unidos, Donald Trump, não merece respeito nenhum. Pura retórica sem substância nenhuma. Seria interessante ver o Diário comparando a posse do Trump (quase ninguém) com os milhões que marcharam contra ele no dia seguinte. Um ditador que corrompeu a democracia estadunidense. Vergonha para todos.

Julio César, Rio Preto

 

Editorial

Excelente o editorial “Muito além da ficção” (publicado na edição desta terça-feira, dia 24). Essa lei de Talião é ridícula, incitadora do ódio e da violência.

Antonio Spinoza, Rio Preto

 

A única missão

Qual a finalidade da existência? Por que se vive? A vida tem sentido? Essa indagação pode variar, mas é uma constante em várias fases da vida e em muitas faixas etárias. Para Morris Schwartz, o mais importante na vida é aprender a dar amor e recebê-lo. Deixar o amor vir. Pensamos que não merecemos amor; pensamos que se nos dermos a ele, nos enfraqueceremos. Porém, quando se aprende a amar, aprende-se a viver.

Em qualquer idade! Envelhecer não é só decair fisicamente. É crescer. Quem encontra um sentido para a vida não deseja voltar atrás. Deseja ir em frente. Quer ver mais, quer fazer mais. Para dar sentido à vida, dedique-se a amar os outros. Dedique-se à sua comunidade. Empenhe-se em criar alguma coisa que dê sentido e significado à sua vida. Doar-me aos outros é o que me faz sentir vivo. Faça aquilo que vem do coração. Isso não depende de estímulo externo. A chave está na própria consciência. Depende apenas de cada um de nós. Uma postura menos egoísta e menos derrotista pode ressignificar todas as fases da existência e, principalmente, a velhice. Os gregos tinham o conceito “Kairós” e hoje temos de repensar “Kairós”: o tempo vivido é o tempo da experiência. O tempo do aprendizado. Todos temos condições de nos tornarmos, em qualquer fase, um novo ser, que continua a construir sua história. Envelhecer e viver são processos indissociáveis. A alternativa a envelhecer é muito dolorosa: morrer jovem.

A velhice é uma categoria cultural. Há quem continue a pensar e a agir como se o velho fosse alguém desprovido de utilidade. Por isso, o lugar do velho é sua casa. Ou, preferivelmente, uma casa de repouso. Mas há novos paradigmas para o idoso. Avanços da neurociência, a plasticidade cerebral, a regeneração do cérebro. Conceber a velhice como período de novas aquisições. Há velhices bem-sucedidas. Basta saber que é possível fazer novos neurônios até o final da vida. É algo comprovado pela ciência. O velho que ama, na verdade, ainda não é velho. Ao contrário, o jovem que não ama, este sim, é um idoso sem remédio prescritível.

José Renato Nalini, secretário da Educação do Estado de São Paulo

 

Buracolândia

Realmente Rio Preto virou uma buracolândia. Espero que o novo prefeito, que acabou de assumir, consiga resolver o problema, pois haja buracos (nunca vi tantos!). Boa sorte!

Zeca Figueiredo, Rio Preto

 

Cartas

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

 

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