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Diário da Região

01/07/2015 - 01h29min

Cartas do leitor

Futebol 1

Cartas do leitor

E agora, CBF, a festa acabou, a utopia acabou e o futebol arte já não existe mais. Há quanto tempo tudo acontece e nada se corrige. Deixamos de ver a arte, a garra e o show predominar. A cada jogo um novo pesadelo. É preciso uma mudança radical. Para os torcedores, basta. Não podemos permitir que um time cinco vezes campeão mundial tenha em seu elenco jogador que chora na hora de bater pênalti, que coloca a mão na bola e depois afirma que não se lembra do ocorrido. E não para aí. O comandante já veio pronto, de um razoável atleta. Dunga virou treinador com plenos poderes para convocar jogadores e dirigir aquela que já foi a primeira do ranking. O nosso time acabou. E se acabou é porque chegou ao fim. Agora é começar de novo. Lamentável é ver que o futebol brasileiro que sempre foi convidado VIP nas festas esportivas no mundo inteiro tem agora que se contentar em ficar do lado de fora. E se quiser entrar vai ter que enfrentar fila e apresentar o convite.

José Pereira Brito, Rio Preto

 

Futebol 2

Caso Neymar: será que ninguém percebe que Neymar forçou a expulsão dele, pois o que lhe interessa é  jogar e bem, em perfeitas condições na Europa, com um salário bilionário? Para ele, o que vale a Copa das Américas? Nada! Ele não quis se contundir, ou ser pisoteado pelos latinos que só lhe dão chutes e tropeços! Será que ninguém percebeu isto, que aquele rapaz educado e risonho, de uma hora para outra ficou agressivo até com juiz? Ele é tão esperto e fez tão bem isto, que  nem a imprensa captou seus intuitos de jogador  "nervoso e indiciplinado".

Jorge Bassitt, Rio Preto

 

Senadores

Os brasileiros precisam aprender que só vamos mudar esse sistema político corrupto instalado no Brasil, que não aceita pessoas honestas, quando declararmos guerra contra os políticos e partidos políticos. Tanto a situação como a oposição são farinha do mesmo saco; os interesses dos políticos são a luta do poder pelo poder, e para isso vale tudo, inclusive a tentativa dos senadores da oposição de transformar um episódio banal em incidente diplomático. Pergunto: qual o motivo relevante e de real interesse do Brasil para esses senadores irem a Caracas, capital da Venezuela, visitar o preso político Leopoldo López, um dos principais opositores do governo de Nicolas Maduro? Eles alegam que foram para salvar a democracia venezuelana. Quanto custou aos cofres públicos brasileiros essa arca de Noé de lobos e coiotes, montada única e exclusivamente para promoção pessoal? Quanto custa cada diária paga pelo Senado a esses heroicos guerreiros da democracia? Se eles estão tão preocupados em salvar a democracia, por que não lutam para salvar a democracia brasileira? Por que não visitam as escolas e hospitais públicos? Seria uma forma de confirmar que é aqui no Brasil que a democracia precisa ser salva. Nesse sistema político corrupto, escola, educação e saúde são apenas para os ricos; aos pobres não é dado esse direito. Estamos em uma democracia verdadeira? Pior de tudo é que os ilustres senadores viajantes, heroicos guerreiros da democracia, defendem que os jovens infratores devem ir para a cadeia; porém, nunca fizeram nada pela educação e muito menos para que esses jovens tivessem o direito à igualdade de oportunidades. Se hoje a criminalidade está aumentando assustadoramente, é única e exclusivamente de responsabilidade desse sistema, do qual os ilustres senadores fazem parte. Se esse fosse um país sério, o governo brasileiro teria que pedir desculpas ao governo venezuelano pela gafe cometida pelos ilustres senadores brasileiros, auto-intitulados salvadores da democracia venezuelana. Além disso, o dinheiro gasto com a malfadada viagem deveria ser obrigatoriamente devolvido aos cofres públicos, e os respectivos senadores envolvidos deveriam ter seus direitos políticos cassados, pela ousadia de ter usado dinheiro público para promoção pessoal.

Manoel Del Arco, Rio Preto

 

Reforma política

Para os leitores que acompanham a trajetória política do País, o Congresso Nacional avança na discussão em relação à reforma política e todos interessados nesta questão aguardam a definição deste complicado e complexo processo político. Pelo que se tem conhecimento, através da mídia, torna-se longo o referido processo, passando por várias fases e aos pocos vai mudando o cenário da política nacional. Ainda em primeira discussão, fica mantido o voto obrigatório e acaba a reeleição para os cargos executivos, que caminham para contar cinco anos de mandato, um feito até certo ponto notável, para quem tem o desejo de extinção da reeleição. Outra novidade que chama a atenção dos eleitores é o fato de que poderão conferir o voto pela impressão nas urnas eletrônicas e, assim sendo, os projetos de iniciativa popular, que antes necessitavam de aproximadamente 1,5 milhão de assinaturas, tiveram este número reduzido para um mínimo de 500 mil. Afinal, são novos tempos e que poderão vir ao encontro do desejo da sociedade, mas para isto são necessárias medidas que moralizem a condução da política pelo caminho da credibilidade e da moralidade de um modo geral.

Alessio Canonice, Ibirá

 

Dilma

As tentativas de desgastar a presidente da República são constantes e não apenas por parte da classe política. Ela, que está em início de mais um mandato, sofre os reflexos claros de dificuldades nos encaminhamentos pois tem minoria no Congresso Nacional, além de problemas com os partidos que deveriam apoiá-la. Para aumentar suas dificuldades, a economia brasileira sofre os reflexos da crise internacional. Para as pessoas de nível resta a alternativa adequada que é a participação nas organizações sociais sérias. E elas existem. As bases devem discutir propostas e encaminhamentos, evitando manifestações sem o devido embasamento.
 
Uriel Villas Boas, Santos


Cartas: 

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

 

 

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