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Diário da Região

03/06/2015 - 01h22min

Cartas do leitor

Franchising

Cartas do leitor

A palavra crise entrou no vocabulário português no século 18. A princípio era muito usada na Medicina, designando o momento de evolução de uma doença em que ela se define entre o agravamento e a morte ou a cura e a vida. O vocábulo veio do latim crisis, "momento decisivo", decalque do grego krísis, "decisão". Pois é, decisão. Sabedoria ao tomar decisões é o principal adjetivo de um bom administrador. Não há decisões perfeitas, muito menos livres de risco. Cabe ao bom administrador, principalmente em um momento árido, analisar as alternativas e pesar as vantagens e desvantagens de cada ação. No Franchising, minha área de atuação, costumo dizer que é na crise onde nascem as grandes fortunas. Quem sai na frente acaba tendo uma boa história para contar no pós-crise. Existem duas formas de se posicionar perante ela: A revolucionária e a evolucionária. Ou mudamos radicalmente ou nos adaptamos e evoluímos. Por que o franchising? Hoje, tanto empreendedores quanto investidores enxergam no franchising uma saída à crise. Sim, se analisarmos dados do Sebrae, é dez vezes mais seguro investir em uma franquia do que abrir uma empresa independente. Mas não é tão simples. Para analisar a solidez de uma empresa e de seu investimento, são três pontos básicos que devem ser colocados em pauta: marca, produto e serviço. Essa análise vale para quem quer investir em uma franquia e para quem quer expandir a sua empresa. A respeito da marca, ainda existem no mercado os chamados elefantes brancos, empresas com grande nome que não oferecem diferenciais competitivos para a sobrevivência do franqueado no mercado, o que é a premissa básica do franchising. Por isso tome cuidado ao escolher sua franquia. Do outro lado, se sua marca tem um bom posicionamento, a sua função, antes de replicá-la, é garantir o sucesso do seu futuro franqueado. Para reproduzir seu modelo de negócio, não basta que sua marca tenha grande apelo de mercado se seu produto não tiver qualidade e procura suficiente para cumprir o que promete. Os três itens devem andar juntos. Uma boa marca deve oferecer um bom produto aliado ao diferencial de um grande serviço. Aos que pretendem franquear sua marca, a orientação é: franchising não é apenas um processo jurídico, é planejamento e estruturação. É estratégia. Mas, acima de tudo, é respeito com aqueles que estão investindo, muitas vezes, no negócio de suas vidas. Os investidores devem analisar cada etapa para que a emoção não seja a grande vilã de sua decisão. Nos últimos anos, grandes ideias, muitas vezes simples, se transformaram em grandes fortunas. O franchising tem crescido indiscutivelmente. Praticamente não sentiu a crise. Redes bem estruturadas continuam, cada vez mais, em expansão. O franchising é, sim, uma grande alternativa à crise. Redes e franqueados trabalhando juntos em prol de um só resultado: sucesso. Aos futuros franqueados uma última coisa: fuja do modismo, da sazonalidade. Cresça de pé, forte, estruture-se. Invista corretamente, mas invista. Leia sobre o assunto. Nos negócios, a emoção é uma grande vilã, mas o medo é o maior de todos os vilões.

Lucas Atanázio Vetorasso, Rio Preto

 


Crise 

A crise é um ponto de transição entre uma época de prosperidade e outra de depressão. Nos anos 80 e 90, décadas consideradas mortas pela estagnação da economia, em que a pobreza se deixava de lado, e os mesmos acreditavam ser pela vontade de Deus, - nas faltas econômicas os governantes resolviam com empréstimos no FMI e ou etc., sem crise, pois não havia a depressão sobre a prosperidade visto que os ricos continuavam comendo caviar e os pobres não tinham nada a perder como também não faziam parte da estatística. Hoje, com a ascensão das classes mais baixas, onde os pobres passaram a estudar, comer melhor, andar de carro e de avião e etc.. A crise então, já está se apresentando como tal, com a TV batendo na tecla da corrupção diuturnamente como se nunca houvesse, o que desestabiliza e coloca qualquer investidor com a barba de molho. E o desemprego com inflação dando sinais de perda do poder aquisitivo, será a crise das crises, difícil de segurar, bem diferente das crises anteriores mascaradas apenas para justificar aos pobres, enganando-os. A resposta deverá vir pelas urnas e, por falta de opção, corremos o risco de devolver o poder àqueles que uma vida política levamos para destituí-los. Está na hora dos bons mostrarem suas caras, caso contrário, os maus prevalecerão.

Cesar Maluf, Rio Preto

 

Comércio 

Está cheirando muito mal a ideia da presidente da Acirp, Adriana Neves, de flexibilizar o horário do comércio de Rio Preto. Nas palavras dela, tudo será uma beleza, não vai haver exploração, algo que eu duvido muito. Anotem aí, senhores funcionários, os seus patrões irão dar três horas de almoço, sem falar no banco de horas para não receber horas extras, e ainda teremos que ter creches noturna, se nem diurna temos. Agora, onde está o sindicato dos funcionários para que todos possam discutir o que é melhor para o trabalhador? Se já não bastasse a terceirização, aos poucos os poderosos vão trazendo a escravidão de novo ao Brasil.

Clélio José de Oliveira, Rio Preto

 

Corrupção 

O ser humano está roubando mais ou está menos preocupado em ser pego? Impressionante a quantidade de escândalos de corrupção nos últimos anos. É dinheiro desviado para bancar a base aliada de um governo, pra calar a boca de oposição, pra financiar campanhas eleitorais milionárias, pra construir aeroportos particulares. Trabalho escravo em obra da Copa do Mundo, trabalho escravo nas confecções de marcas famosas. Compra de votos, cartéis em licitações e agora a máfia no futebol mundial. Pra todo lado que se vê é uma coisa errada sendo feita. A carne do ser humano é fraca, mas o problema é o tamanho da fome. 

Harley Pacola, Rio Preto

 

 

Cartas: 

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

 

 

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