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Diário da Região

27/11/2015 - 00h19min

Cartas do leitor

Enchente

Cartas do leitor

Vivemos em um país tropical com chuvas torrenciais. O poder executivo deve planejar a construção de nossa cidade, já prevendo tudo o que pode acontecer. O Japão sofre com terremotos mais destruidores do que nossas chuvas. Mas estão preparados para isso. Erguem prédios com amortecedores. Se ponte ou rodovia é danificada, em duas ou três semanas já estão recuperadas para servir normalmente a população. Enquanto aqui, os administradores têm medo de fazer obra que não aparece. Querem coisas que possam colocar no currículo para ser eleito em um novo mandato ou apoiar alguém de seu interesse. Agora, pela cidade, não demonstram a mínima atenção. Mas o munícipe/eleitor não está mais como antigamente. Prova disso: nas últimas eleições para vereadores, vários não tiveram a chance de serem reeleitos. Vamos nos lembrar disso nas próximas eleições. 

Francisco Horácio Filho, Rio Preto 

 

Enchente 2 
 
Se voltarmos um pouco no tempo, veremos uma cidade que seguia efetivamente para o norte, até a avenida Cenobelino de Barros Serra, e prometia seguir aos poucos depois do córrego Piedade, mas sem muita pressa. O tempo foi passando e as colinas foram sendo tomadas, primeiro em volta do antigo cadeião e depois para os lados do antigo meretrício. Passado algum tempo e um Eldorado depois, surge o bairro popular Solo Sagrado com sua população de cidade pequena. Começa então a se configurar o cenário da atualidade. Outros bairros surgem agregados ao progresso da cidade e vão tomando os espaços e engolindo os córregos da zona norte. O córrego Piedade vem da represa do Clube de Campo do Palestra e segue pelo Vale do Sol até o final da avenida Philadepho Gouvea Neto, recentemente embelezada pela municipalidade. Nele, deságua um pequeno riozinho que capta as águas da zona norte, seu entroncamento acontece mais ou menos ali onde se ergue grande obra para desafogar o trânsito caótico do gargalo da avenida Piedade. Grande volume de água desce para o Piedade e enchem sua calha. As águas do Centro seguem para a calha da avenida Philadelpho e depois deságuam no entroncamento com o Piedade que já está cheio e, portanto, retrocedem para o local mais baixo, que são a artérias principais da nossa bela cidade. As águas vão e não encontrando saída, voltam. Independentemente de se ter criado loteamentos populares ou não se ter planejado como deveria, o que o Centro necessita é de uma solução. Fica a dica as autoridades competentes: para onde irão as águas?

Geraldo de Matos, Rio Preto

 

Dengue 

Li a reportagem 'Todos contra o inimigo nº 1 de Rio Preto', que o Diário publicou no caderno Cidades, no último dia 15, e considerei o assunto de extrema importância para a população. Muitas pessoas ainda não levam a sério o problema causado pelo mosquito Aedes aegypti, o transmissor da temida dengue. Acredito que a iniciativa do jornal de lançar a campanha 'É nossa responsabilidade' contribuirá com a divulgação do perigo de morte que esse mosquito representa para todas as pessoas.

Ana Laura Tavera, Rio Preto 

 

Mia Couto

Grande a iniciativa do SESC de trazer, para uma palestra, o escritor moçambicano Mia Couto. Posso dizer que li e gostei demais de todos seus livros. Mia Couto é um grande artista contemporâneo. Trabalha com a palavra escrita como um artesão dedicado trabalha com uma escultura. Constrói sua prosa sobretudo com um lirismo admirável e inventa palavras, neologismos, demonstrando um perfeito conhecimento da língua portuguesa. É notória a influência de Guimarães Rosa e Garcia Marquez, como disse na entrevista ao Diário, mas Couto tem linguagem que lhe é peculiar, um estilo próprio e inconfundível. Parabéns ao SESC de Rio Preto e ao Diário por difundir, apresentar para o leitor o grande Mia Couto. 

Wander Cortezzi, Rio Preto 

 

121 anos  

Hoje, 27 de novembro, o Poder Legislativo municipal comemora 121 anos. Uma longa jornada de democracia, debate público e compromisso com o povo de nossa Rio Preto. Tenho a honra de presidir esta Casa de Leis justamente em um período histórico em que o Brasil passa por uma grande efervescência social. Nosso País precisa neste momento de homens públicos que sejam centrados, pluralistas, organizados e comprometidos com este clamor público de reestruturação da nossa República. Muita gente sabe que sou nascido em Campo Grande, mas há mais de 10 anos vivo em São José do Rio Preto. É em Rio Preto que formei minha família. É aqui que meus filhos nasceram e são criados. Tenho muito orgulho de fazer parte dos milhares de imigrantes e migrantes que escolheram Rio Preto como seu lar.

Fábio Marcondes, presidente da Câmara Municipal de Rio Preto.

 

Black...
 
Estamos no black november. Pensei. Vou aproveitar o black week ou o black friday. Week direto no shopping? Friday também ou só em casa pela net? Vou arriscar. No caminho paro no drug store e pego um band-aid e um roll-on. Quase início da(o) happy hour. Traffic péssimo na hora do rush. Um cidadão num carrão importado, nervoso, brada um solene fuck you a outro cidadão num fusquinha bem antigo. Sheet de vida deve estar pensando o dono do fusquinha. Passo por um food truck. Paro pra bater um ranguinho? Deixar para comer no shopping, talvez um hot dog ou um hambúrguer. Ou um cheese salad. Sei lá. No shopping, placa de 'parking' sei lá o quê?! Lojas com terminações nominais de field, buck, chicken, us e por aí afora. Todas com anúncios de blacks. November, week, friday, outlet. Mais da metade disto nem me passa pelo domínio da compreensão. Nada compro. Só como um hambúrguer com chesse sei lá o que com uma schweeps. E, claro, verificando o whatsapp. Voltando pra casa fico pensando se sou um brasileiro ou um brasileishon. E ainda se o Suassuna é que era um incompreendido. 

Wéliton de Oliveira, Rio Preto. 

 


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1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
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