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Diário da Região

07/04/2016 - 00h00min

Cartas do Leitor

Eleições

Cartas do Leitor

Nosso Brasil é grande e maravilhoso e não precisa destes que se intitulam acima de tudo e que não passam de um bando de salafrários e que usurpam o País de todas as maneiras. Estamos sendo roubados desde o Descobrimento e esses roubos continuam até hoje.

Ainda não conseguiram esgotar nossas riquezas. Mas temos que dar um basta em tudo isso. O grande armamento para aniquilar esses malfeitores está no seu voto e na sua dignidade.

Eleitores, fiquem atentos à malfadada ciclovia que está voltando, os campeonatos de futebol estão de volta, eles estão voltando para os bairros com aquele sorriso nos lábios, aperto de mão, tapinha nas costas, prometendo tudo e se eleito esquecendo tudo. Talvez até o trem caipira voltará a apitar.

Essa será a eleição mais bem informada em todos os seus aspectos e o eleitor só errará se quiser. Nada de toma-lá-da-cá, vamos aniquilar esses salafrários.

Aparicio Guilherme Queiroz, Rio Preto.

 

Saúde

Lendo o Diário da Região do dia 3 de março sobre especialidades médicas e a relação do número de candidatos, fiquei surpresa e porque não dizer triste ao tomar conhecimento de que quase todos candidatos só querem dermatologia e cirurgia plástica.

Existem especialidades que nem sequer tiveram um candidato, sendo um absurdo para o futuro da humanidade. Quem vai cuidar dos idosos, das crianças, adultos e das centenas de doenças que existem?

Estes candidatos, segundo a pesquisa, não querem outras especialidades porque a saúde pública não oferece estrutura e investimentos e por isso ele fogem da clínica médica.

Tudo bem, tem esse lado, mas se o médico esperar recursos públicos, não haverá no futuro quem cuidará dos doentes; e somente da pele e da beleza.

A saúde é a mais importante área que possa existir. Pensem nisso.

Cidinha Cury, Rio Preto

 

Leitores

Chamou-me a atenção a carta de alguns alunos do Colégio Criarte Anglo de Rio Preto, publicada por este Diário em 1/4, porque ela faz apologia das cartas enviadas pelos leitores a jornais e revistas de grande circulação.

Sempre achei o espaço oferecido pelos jornais e revistas aos leitores que querem expressar o que pensam e o que sentem um exercício da cidadania.

É a voz do leitor, expressa nas cartas, um termômetro a medir a temperatura do país, onde há o pluralismo e a democracia. Algumas cartas são minicrônicas, outras mais breves, mas não menos importantes, mas em todas, no entanto, aprendemos que não há verdades absolutas nem mentiras relativas e, sim, verdades relativas.

Permitam-me dizer que todos estes anos escrevendo para este espaço no Diário (desde 5/10/1984), e vendo as cartas publicadas, entendo que pratiquei uma das formas da cidadania, a que utiliza o texto, a força da palavra.

Wander Cortezzi, Rio Preto.

 

Captação de água

Em resposta à carta de Renato Bérgamo (6/4), contendo preocupações e sugestões quanto à captação de água de superfície (Represa e rio Grande), o Semae tem outorga do Estado (DAEE) para a captação de 450 litros por segundo, na Represa. Com as obras de ampliação da ETA-Estação de Tratamento de Água, este volume passará para o máximo permitido, ou seja, 750 l/s. O parâmetro para captação em superfície é o fio de água do rio Preto, e não a água represada.

Quanto à captação no rio Grande, o Semae tem a outorga da ANA-Agência Nacional de Água e obteve a fundo perdido junto ao Ministério das Cidades (R$ 11,616 milhões) para elaboração do projeto executivo.

Com o projeto pronto, no futuro, quando houver a necessidade desta alternativa, a captação só será permitida fora dos períodos de seca. Vale lembrar que a captação em superfície é um “descanso” para os poços perfurados nos aquíferos Bauru e Guarani, responsáveis hoje por 70% do abastecimento da cidade.

Wilson Guilherme, assessoria de Comunicação do Semae, Rio Preto.

 

Câmara Municipal

Conforme abordado pelo amigo Wilson Focássio (6/4), o fato das mortes de duas jovens de Rio Preto, após inalar gás de buzina em festas sociais, não justifica a postura da Câmara em aprovar projeto de lei proibindo o uso do artefato.

Se a pessoa assume um risco fazendo uso indevido de determinado produto liberado para o comércio, não significa que ele deva ser proibido. Se assim fosse, muita coisa de maior relevância deveria ser revista e proibida, a começar pelas armas de fogo que fazem vítimas por todo o mundo, inclusive de balas perdidas. E o que dizer das bebidas alcoólicas, a droga mais consumida no mundo, que usada imoderadamente, também traz consequências irreparáveis para a vida humana, principalmente no trânsito?

Portanto, senhores vereadores, é importante conhecer os fatos, causas e consequências, e assim legislar em prol dos interesses sociais e comunitários, seguindo a prática do método Ver – Julgar – Agir, como instrumento para decisões mais coerentes.

José Vicente Berenguel, Rio Preto

 

Golpe

Nos meios políticos atuais, a palavra mais usada é golpe; diante disto gostaria de alertar os eleitores em geral do “golpe legalizado”, praticado pelos políticos.

Durante o período pré-eleitoral candidatos saem às ruas à caça dos votos, prometendo trabalhar em prol da comunidade, cidade, região e Estado.

Após eleitos, ao invés de tomar posse dos postos a eles delegados, assumem secretarias e outros postos, deixando em seu lugar candidatos renegados para o posto pelo legítimo contratante, ou seja, o povo, por intermédio do voto.

Em nossa cidade, tivemos muito claro a aplicação do golpe legalizado: vereadores que foram eleitos para fiscalizar as atividades do governo fizeram parte dele, renegando o mandato e a confiança dos que nele votaram.

Em outubro, teremos novas eleições e você, eleitor, fique muito atento para não ser vítima novamente deste golpe legalizado, pois teremos candidatos que não honraram seu voto nas eleições anteriores, e teremos também candidatos eleitos e com legislatura a ser cumpridas, pleiteando novos cargos sem ter honrados seus mandatos para os quais foram eleitos.

José Luis Trevizan, Rio Preto.

 

Cartas

As correspondências enviadas para esta seção devem ter o nome legível do autor, RG, foto, profissão, idade e endereço e telefone para confirmação prévia. Para dar oportunidade a um maior número de leitores, as cartas poderão ser resumidas. Os originais não serão devolvidos. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:

1) Pelo correio, endereçadas à avenida Feliciano Salles Cunha, 1.515 - CEP 15035-000, São José do Rio Preto-SP
2) Entregues pessoalmente no endereço acima
3) Por fax - (0xx17) 2139-2090
4) Por e-mail, no seguinte endereço eletrônico: leitores@diariodaregiao.com.br

 

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